Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

É uma característica frequentemente observada em recém-nascido pós-termo, com insuficiência placentária:

A
Lanugo em abundância.
B
Excesso de vérnix caseoso.
C
Escassez de cabelos.
D
Unhas longas.
E
Pele rósea e sem descamação.
A transposição das grandes artérias é uma cardiopatia congênita comum no período neonatal. Na evolução natural quase que a totalidade dos casos morre no primeiro ano de vida. A cirurgia de Jatene, descrita pelo Dr. Adib Jatene, em São Paulo, mudou radicalmente a evolução desses pacientes, transformando-as em crianças praticamente normais. Em que faixa etária essa cirurgia está mais bem indicada em um paciente com transposição simples das grandes artérias?
Paciente masculino 35 anos de idade, vítima de atropelamento.Trazido pelo resgate, deu entrada no serviço de emergência. Encontrava-se agitado, com frequência respiratória de 32 mrp, frequência cardíaca 128 bpm e PA 90/60. Apresentava lacerações múltiplas em hemiface D, couro cabeludo, fratura perna esquerda e escoriações em hemitorax D e abdômen. Após avaliação inicial, e reanimação ABCs, realizou-se FAST (ultrassom na sala de emergência) com resultado positivo. O paciente permaneceu com quadro de instabilidade, ao que o cirurgião indicou laparotomia exploradora. Durante o ato operatório no inventário da cavidade abdominal encontrou-se: laceração hepática (grau III); contusão pancreática (grau I); e lesão intestino delgado (grau II). Todas as lesões foram tratadas adequadamente. Após a intervenção, o paciente foi encaminhado para a unidade de terapia intensiva. Na avaliação do intesivista: registram-se PAM (pressão arterial média) 82; PIA (pressão intra-abdominal) 20; GASOMETRIA (BE -11, PCO2 38, PO2 95, HCO3 21); LACTATO SERICO 3 e Creatinina 1.6. Considerando esse quadro qual é a melhor conduta em relação ao atendimento do paciente?
Gestante de 35 semanas apresenta HBsAg positivo no pré-natal. Qual a conduta para evitar a transmissão vertical ao RN?
Menina, 24 meses, peso 9,8 kg, estatura 82 cm e PC 48 cm, sofre queda de escada de 2 m. Está consciente e chorosa, com escoriações no crânio, no tórax e em MsIs. Tem respiração espontânea, ruidosa, com tiragem de fúrcula e subcostal. FC 150 bpm, pulsos débeis e PA 50/30 mmHg. Em relação a este caso de trauma, são apresentadas as seguintes assertivas: I. Hipotensão, instabilidade da via aérea e peso inferior a 10 kg são marcadores de mau prognóstico deste caso. II. O PC proporcionalmente maior nesta idade e a maior força da musculatura cervical são fatores de proteção ao trauma craniano. III. A possível contusão pulmonar ocorrida neste caso é a causa mais comum de insuficiência respiratória no trauma pediátrico. Qual é a alternativa correta?
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