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Em atividades de rotina, você e sua equipe concluem o diagnóstico de tuberculose pulmonar em um casal recém-ingresso em um domicílio de sua área de referência. Trata-se dos pais de um recém-nascido. Você inicia o tratamento com tuberculostáticos e paralelamente avaliam os contatos. Em relação à criança, a conduta indicada será:

A
Iniciar quimioprofilaxia com a isoniazida na dose de 10 mg/kg de peso, por um período total de 6 meses, com posterior avaliação por meio da realização do PPD.
B
Realizar imediatamente a vacinação com BCG para reduzir as chances da criança desenvolver formas bastante graves da tuberculose, como a meningoencefalite.
C
Iniciar o tratamento com o esquema RIP, com doses ajustadas para o peso da criança, por um período de 6 meses, reavaliando posteriormente com radiografia de tórax.
D
Acompanhar a criança clinicamente durante todo o primeiro ano de vida e, paralelamente, programar a realização do esquema básico de vacinação para tuberculose.
E
Iniciar isoniazida durante 3 meses e reavaliar posteriormente com o PPD para definir se a isoniazida é mantida por mais de 3 meses ou se é suspensa, com a realização do BCG.
Paciente, 35 anos de idade, negra, nuligesta, obesa, diabética e tabagista, vem ao consultório médico para avaliação de rotina. Nega fluxo patológico genital. Refere fluxo menstrual de 28 a 30 dias/3 a 5d/++. Ao exame físico, TA: 120 X 70 mmHg, PR: rítmico e cheio, com 65 bpm. Abdome plano flácido e não doloroso à palpação. Trouxe preventivo normal. USG: útero aumentado de volume à custa de 2 nódulos miomatosos, um subseroso e outro intramural, medindo o maior 2,0 cm x 1,8 cm. Volume uterino de 126 cm³. Ovários de volume e ecotextura habituais. Deseja engravidar futuramente. A melhor abordagem dos miomas no caso em questão é:
Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. O próximo passo, nesse caso, deve ser:
Menino de 3 anos com antecedente de epistaxe há 2 dias, quando foi ao Pronto Atendimento, e em uso, desde então, de tampão nasal. Iniciou subitamente no dia de hoje com febre alta, vômitos, diarreia, dor de garganta, cefaleia e mialgias. Evolui no mesmo dia com erupção macular eritematosa, com hiperemia de mucosas da faringe e conjuntivas. Apresenta na evolução alteração no nível de consciência, oligúria e hipotensão. O diagnóstico MAIS PROVÁVEL é:
Quanto aos mecanismos de ação dos antibióticos, CORRELACIONE: 1 – betalactâmicos (penicilinas e cefalosporinas). 2 – aminoglicosídios (gentamicina). 3 – rifampicina. 4 – quinolonas (ciprofloxacino). 5 – sulfonamidas e trimetoprima. A - Inibição das ligações cruzadas. B - Inibe competitivamente as enzimas envolvidas nos dois passos da biossíntese do ácido fólico. C - Liga-se a subunidade 30S do ribossomo. D - Inibe a RNA polimerase dependente de DNA. E - Inibe a DNA girase (subunidade A) e a topoisomerase IV.
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