Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Neurologia

Com relação ao manejo farmacológico da insuficiência cardíaca, podemos afirmar que:

A
os antagonistas dos canais de cálcio de primeira geração, como verapamil e diltiazem podem ser usados em pacientes com disfunção sistólica quando estes são intolerantes aos betabloqueadores.
B
os betabloqueadores são importantes para melhorar a função sistólica e reverter o remodelamento cardíaco, mas deve ser reservado apenas aos pacientes em classe funcional III e IV da New York Heart Association (NYHA).
C
o uso dos inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA) é indicado a todo paciente com insuficiência cardíaca que apresenta redução da função sistólica, mesmo e principalmente em pacientes assintomáticos.
D
o levosimendam foi integrado ao arsenal farmacológico da insuficiência cardíaca crônica compensada.
E
os agentes bloqueadores do receptor da angiotensina II (BRA) são indicados em pacientes intolerantes ao IECA ou somados a estes em substituição aos agentes betabloqueadores em pacientes com pressão arterial preservada.
Durante uma conversa informal, uma jovem deixa escapar que tem episódios frequentes de palpitação. Mas como curioso, você ausculta o precórdio da moça e se surpreende com um sopro telessistólico. Entre as hipóteses diagnósticas, você pensa inicialmente em:
No plantão, apresenta-se um homem de 70 anos com queixas de polaciúria, hesitação, gotejamento terminal, com exames que confirmam perda acentuada da função renal: Ureia de 290 mg/dl; creatinina de 12 mg/dl; exame de urina evidenciando discreta leucocitúria e baixa densidade; gasometria mostrando acidose metabólica, hemograma evidenciando anemia normo-normo, níveis de potássio elevados diagnosticando falência renal. O próximo exame a ser solicitado para tentar avaliar etiologia da insuficiência renal para instituir o tratamento correto é:
Homem, 80 anos, antecedentes de HAS não controlada há vários anos. Em uma caminhada habitual há dois dias, apresentou sudorese fria, tontura, escurecimento de vista, aperto retroesternal, queda ao chão, com perda total da consciência e incontinência esfincteriana. Trazido ao PS pálido +++/4, cianose de extremidades, consciente, sonolento, sem sinais neurológicos de localização, pulso = FC = 56 bat/min; PA = 100 x 80 mmHg; Ictus de VE impulsivo e sustentado; BRNF SS++/4 em foco Ao. e Ao. acessório, com irradiação para carótida direita, mesossistólico e rude, com frêmito sistólico em foco Ao. Pulmões limpos. Pulsos periféricos finos e simétricos. ECG com sinais de sobrecarga ventricular esquerda evidentes. Baseado nos dados, assinale a alternativa correta.
Paciente masculino, 40 anos, previamente hígido, em atendimento emergencial por cefaleia, recebe infusão endovenosa de dipirona. Logo após a infusão da medicação refere náusea, seguida de dispneia e tontura. Ao exame apresenta-se taquicárdico, com sudorese fria e hipotensão. Sequencialmente apresenta piora do nível de consciência e choque. Sobre o diagnóstico e a terapêutica inicial (imediata) para esse caso, assinale a alternativa correta.
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