Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Paciente masculino, 45 anos, procurou serviço de emergência com dor precordial opressiva de forte intensidade iniciada há cerca de 30 minutos. Realizou eletrocardiograma (ECG) que evidenciou supradesnivelamento do segmento ST DE 2 mm de V1 a V4, o que fez com o plantonista optasse pelo tratamento fibrinolítico. Em relação ao benefício deste tratamento é correto afirmar que:

A
o benefício da fibrinólise desaparece ao longo dos anos.
B
não há benefício na população idosa.
C
o benefício não está associado a redução da mortalidade precoce, mas redução de reinfarto e da necessidade de angioplastia.
D
o maior benefício ocorre nos pacientes submetidos a fibrinólise nas primeiras 3 horas de infarto agudo.
E
o benefício consiste exclusivamente na diminuição do supra e alívio dos sintomas.
Primigesta, 17 anos de idade, na 17ª semana de gestação, trouxe, na consulta de pré-natal, cartão de vacinação mostrando esquema completo para tétano aos 10 anos de idade. Em relação à recomendação do esquema vacinal da dupla adulto (difteria e tétano) durante a gravidez, a conduta correta para esta gestante é:
Criança, 11 anos de idade, foi trazida pela mãe para avaliação do peso, pois acha que seu filho está gordo. Não pratica atividades físicas regularmente, come muito carboidrato, bebe refrigerante diariamente e não gosta de verduras, legumes e frutas. Na avaliação antropométrica nota-se: peso = 43,5 kg, estatura = 1,40 m, IMC = 22,2 kg/m² (entre o percentil 90 e 95 da curva masculina para IMC - NCHS / CDC 2000). O estado nutricional do menino é:
Primigesta, após 4 consultas de pré-natal sem intercorrências, chegou à maternidade com dilatação total. O parto ocorreu de imediato e nasceu uma criança pesando 1.430 g, com pele fina e lisa, com capurro somático de 32 semanas. Após a recepção, a criança encontrava-se corada, com algumas retrações intercostais e frequência respiratória de 70 irpm. Suspeitou-se de membrana hialina, cujo principal diagnóstico diferencial é:
A alternativa que NÃO É um dos critérios clínicos para o diagnóstico da síndrome do antifosfolípide é:
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