Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Em relação à DRGE é CORRETO afirmar:

A
A maior parte dos portadores de DRGE apresenta erosões esofágicas ao exame endoscópico.
B
Não há correlação entre piora dos sintomas e aparecimento do esôfago de Barrett.
C
A prova terapêutica com IBP, por quatro semanas, deve ser utilizada em todos os pacientes com sintomas de DRGE.
D
A pHmetria esofágica é indispensável para o diagnóstico da DRGE.
Qual a hipótese diagnóstica mais provável e alterações morfológicas esperadas no hemograma de um adolescente de 14 anos que se queixa de cansaço, piora do rendimento escolar e se encontra com palidez cutâneo-mucosa?
Paciente, 35 anos de idade, negra, nuligesta, obesa, diabética e tabagista, vem ao consultório médico para avaliação de rotina. Nega fluxo patológico genital. Refere fluxo menstrual de 28 a 30 dias/3 a 5d/++. Ao exame físico, TA: 120 X 70 mmHg, PR: rítmico e cheio, com 65 bpm. Abdome plano flácido e não doloroso à palpação. Trouxe preventivo normal. USG: útero aumentado de volume à custa de 2 nódulos miomatosos, um subseroso e outro intramural, medindo o maior 2,0 cm x 1,8 cm. Volume uterino de 126 cm³. Ovários de volume e ecotextura habituais. Deseja engravidar futuramente. A melhor abordagem dos miomas no caso em questão é:
Mulher, 30 anos de idade, G3P2A0, com 40 semanas de gestação, progrediu no trabalho de parto de 6 cm para 7 cm de dilatação cervical em 2 horas. Ao toque: ODP em plano 0 de DeLee, que persiste desde o início do trabalho de parto. O tipo de pelve que predispõe à posição occipital posterior persistente é a:
Paciente, 20 anos de idade, G1P0A0, dá entrada em serviço de emergência, com atraso menstrual de 15 dias, referindo dor em baixo ventre e sangramento por via vaginal há dois dias. Nega passado de DST. Ao exame, TA: 120 X 60 mmHg, PR: 70 bpm, temperatura de 36,8°C. Abdome plano, flácido e não doloroso à palpação. Ao toque, útero discretamente aumentado de volume, não doloroso. Não foram palpadas massas anexiais. Beta-HCG: 700 mUI/ml (terceiro padrão internacional). USG revela útero vazio e tumoração heterogênea de 1,5 cm, em região anexial esquerda. São fatores de risco para gravidez ectópica, exceto:
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