Questões na prática

Pediatria

Doenças Respiratórias

Em relação a otite média aguda (CMA) na infância, o aspecto da membrana timpânica ao exame atoscópico que traduz maior sensibilidade e especificidade para o diagnóstico é:

A
hiperemia
B
perda do reflexo luminoso
C
abaulamento
D
coloração amarelada ou azulada
E
aumento da vascularização
Paciente de 25 anos, com espondilite anquilosante, relata episódios de "olho vermelho". Queixa-se de dor ocular à esquerda, de intensidade moderada e severa, fotofobia local e leve diminuição da acuidade visual. À inspeção simples do olho esquerdo, é possível observar miose e hiperemia conjuntival predominantemente pericerática, sem secreção ocular. A investigação oftalmológica deve levar ao diagnóstico de:
Os novos anticoagulantes orais têm eficácia comprovada para o tratamento da Trombose Venosa Profunda (TVP), Tromboembolismo Pulmonar (TEP) e prevenção de AVE isquêmico. Dos medicamentos atualmente disponíveis para uso clínico l o inibidor direto da trombina é:
Considere as afirmativas a seguir, relacionadas ao tratamento das fases inicias do choque: I. Em geral a ressuscitação volêmica é iniciada para todos os pacientes com 1 a 1,5 litros de solução de ringer com lactato e volumes adicionais são realizados com solução fisiológica (NaCl a 0.9%).; II. A dobutamina é uma catecolamina sintética utilizada como primeira opção para pacientes em choque.; III. A noradrenalina por causar vasoconstricção renal e diminuição da filtração glomerular não é recomendada como primeira opção para pacientes que permanecem hipotensos após reposição volêmica.; IV. O uso de dopamina se associa a maior incidência de taquiarritmias e maior mortalidade quando comparada com a noradrenalina, não sendo mais a primeira opção para restauração rápida da PAM.; V. A vasopressina pode ser indicada no choque séptico, nos pacientes que persistem hipotensos com doses moderadas de noradrenalina e iniciaram a hidrocortisona. A alternativa que contém todas as afirmativas CORRETAS é:
Um homem de 70 anos de idade, com antecedente de fibrilação atrial crônica, chega para avaliação com quadro de isquemia aguda grave de membro inferior esquerdo. Foi submetido a embolectomia arterial com sucesso, sendo restabelecidos os pulsos distais. Cerca de uma hora após o término da cirurgia, começou a apresentar edema tenso na perna, dor na panturrilha, parestesia e dificuldade para fazer a dorsiflexão ativa do pé. Melhor conduta:
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