Questões na prática

Clínica Médica

Neurologia

Em traumatismo raquimedular, o quadro clássico de hemissecção medular manifesta-se clinicamente por:

A
Anestesia homolateral.
B
Anestesia contralateral.
C
Paralisia motora homolateral.
D
Paralisia motora contralateral.
E
Paralisia vasomotora contralateral.
Mulher, 52 anos de idade, 1,65 m de altura, 60 kg, procurou o médico por conta de linfadenomegalia cervical, sendo diagnosticado linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B. Foi iniciado tratamento quimioterápico, com regressão da massa cervical e sem intercorrências durante os dois primeiros ciclos. Entretanto, 11 dias após o terceiro ciclo de quimioterapia, a paciente procura o médico com queixa de equimoses e petéquias em membros inferiores e superiores, além de cansaço aos esforços. Também apresentou um pico febril não aferido 2 dias antes. Ao exame, estava descorada, sem adenomegalias, com várias equimoses numulares em braços e pernas. Pressão arterial de 105 x 65 mmHg e frequência cardíaca de 80 bpm. O hemograma revelou: hemoglobina de 8 g/dl; hematócrito de 25%; glóbulos brancos = 3.500/ml; neutrófilos = 2.000/ml e plaquetas = 48.000/ml. Em relação ao quadro hematológico, a conduta mais adequada é:
Homem, 42 anos de idade, procurou atendimento médico em unidade básica de saúde, com história de diarreia há três meses, com fezes pastosas em grande volume, com restos alimentares e presença de gordura. Perda ponderal de 10 kg no período. Refere ingestão de meia a uma garrafa de aguardente por dia, desde a adolescência. Ao exame físico: bom estado geral, mau estado nutricional, consciente, orientado e hipocorado +/4+. Pressão arterial: 90/60 mmHg e frequência cardíaca: 102 bpm. Abdome escavado, flácido, discretamente doloroso à palpação profunda de epigástrio, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normativos. O mecanismo fisiopatológico que mais, provavelmente, explica a diarreia é:
Mulher, 25 anos de idade, foi atendida na unidade básica de saúde com queixa de pirose e regurgitação há 6 meses. Negava disfagia, náuseas, vômitos, sangramento digestivo e perda ponderal. Ao exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, índice de massa corporal: 31 kg/m2, PA: 130/80 mmHg, frequência cardíaca: 84 bpm, abdome plano, flácido, indolor, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normais. A melhor conduta na abordagem inicial deste caso é:
Paciente, 75 anos de idade, que trabalhou em olaria e fumou dos 15 aos 65 anos de idade, queixa-se de dispneia progressiva há 20 anos. No momento, tem dispneia aos pequenos esforços e períodos de agravamento com tosse e secreção amarelada após gripes ou resfriados. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, corado, hidratado, afebril, taquipneico, cianótico e emagrecido. Havia estertores finos bilaterais, redução bilateral e simétrica dos limites pulmonares e baqueteamento digital. O diagnóstico mais provável é:
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