Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Doenças Respiratórias

Escolar de 12 anos inicia com quadro de mal-estar, tosse seca, dor de garganta, cefaleia e febre. Duas semanas após, procura o médico por agravamento da tosse que é persistente, muito intensa, em paroxismos, com escarro mucoide. Ao exame físico, auscultam-se alguns roncos nas bases. O exame radiológico de tórax mostra broncopneumonia intersticial. O agente mais provável para esse quadro é:

A
Staphylococcus aureus.
B
Haemophilus influenzae.
C
Mycoplasma pneumoniae.
D
Pseudomonas aeruginosa.
E
Streptococcus pneumoniae.
São características da síndrome hepatorrenal, EXCETO:
No controle de pacientes diabéticos busca-se atingir níveis de hemoglobina glicada entre 6,0 e 7,0%. No entanto é importante conhecer as situações que geram erros de interpretação deste exame, tais como:
Jovem hígido, destro, estudante de educação física da Univali, praticante de judô e canoagem no Rio Itajaí-Açu, há uns 45 dias iniciou com lesão cutânea, única, assintomática, do tipo “bolinha” de pus, com o tamanho de uma cabeça de prego, no dorso da mão direita e que evoluiu para uma lesão do tipo úlcera, anular, com fundo granuloso e limpo, bordas levemente elevadas, atualmente com diâmetro de 2,0 cm e ausência de gânglios satélites ou linfoadenopatia. Conforme os dados citados acima, entre as intradermorreações listadas abaixo, assinale a alternativa que representa a mais apropriada para a investigação diagnóstica do caso:
A hipertermia maligna, que tem um índice de ocorrência de 1:15.000, está relacionada a administração de succinilcolina ou anestésicos halogenados e a suscetibilidade é herdada de acordo com um padrão:
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