Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Escolar do sexo masculino apresenta quadro de febre e dor abdominal há 24 horas. Ao exame físico: dor intensa em fossa ilíaca direta, com sinal de Blumberg (+). Fez leucograma e ultrassonografia abdominal que foram normais. Qual a conduta mais adequada para esse caso?

A
Realizar tomografia abdominal.
B
Repetir leucograma e ultrassonografia após 24 horas.
C
Afastar definitivamente o diagnóstico de apendicite aguda e admitir outras causas não-cirúrgicas de dor abdominal.
D
Tratar os sintomas e reavaliar após 24 horas.
E
Chamar o cirurgião, admitindo a hipótese diagnóstica de apendicite aguda.
Homem, 40a, vítima de acidente automobilístico há 30 minutos, foi trazido pelo SAMU à unidade de emergência. Exame físico: descorado 3+/4+, consciente, Glasgow = 15, PA = 70 x 40 mmHg, FC = 140 bpm. Abdome: dor à palpação profunda, sem irritação peritoneal. Bacia: dor à mobilização, com sinal de instabilidade. Exames complementares: Hb = 6 mg/dl, tomografia computadorizada: hematoma retroperitoneal e disjunção do anel pélvico com fratura fechada da diáfise do fêmur esquerdo. Após infusão de 2.000 ml de cristaloide: FC = 150 bpm e PA = 65 x 35 mmHg. ALÉM DA REPOSIÇÃO VOLÊMICA, A CONDUTA É:
Homem, 62a, tabagista e ex-etilista, apresenta disfonia progressiva e odinofagia há 6 meses. Exame físico: linfonodomegalia cervical nível III à esquerda. O DIAGNÓSTICO CLÍNICO, OS EXAMES DE ESTADIAMENTO E DE CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA SÃO:
Paciente do sexo feminino, 73 anos, comparece à consulta médica, informando que durante o último ano apresentou perda espontânea de 5 kg. Afirma que está inapetente e que observou dificuldade crescente para realizar atividades habituais como subir no ônibus ou levantar-se da cadeira. Relata grande fadiga. Nega humor deprimido ou anedonia. Ao exame físico, nota-se redução da força muscular, medida através da força de preensão palmar. A paciente afirma que passou por diversos médicos sem receber um diagnóstico preciso. Traz vários exames realizados que se mostraram normais. O diagnóstico mais provável para a paciente é:
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, com osteoporose pós-menopausa, estava tomando semanalmente 70 mg de alendronato há 25 meses quando após uma queda da própria altura apresentou fratura de Colles. Nesse caso:
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