Questões na prática

Ortopedia

Ortopedia

Fabiana, 14 anos, veio acompanhada com a mãe à consulta com seu médico de família. Fabiana queixa-se de “espinhas” e muito preocupada, pois ainda “não ficou menstruada e todas as amigas já ficaram”. Ao examinar Fabiana, o médico avaliou de acordo com a classificação de Tanner, que Fabiana se encontrava nos estádios M3, P3. Peso: 46Kg e Estatura: 1,55 m. Ao examinar Fabiana em posição ortostática, tronco ereto e face posterior do tronco para o examinador, percebeu discreta assimetria dos ombros e escápula direita proeminente. Ao solicitar que Fabiana realiza-se uma inclinação toracoabdominal no sentido anterior, verificou discreta assimetria na parede torácica. Fabiana não referiu dor lombar ou em qualquer ponto da coluna vertebral. O MFC solicitou RX da coluna (ântero-posterior e perfil) tendo como resultado: ângulo de Cobb igual a 10°. Qual a principal hipótese diagnóstica e conduta mais adequada?

A
Escoliose. Colete de Milwaukee.
B
Escoliose. Avaliação ortopédica.
C
Escoliose. Acompanhamento clínico regular.
D
Lordose. Tratamento cirúrgico.
Pré-escolar de três anos é levado ao ambulatório com queixa de dor e edema no joelho direito há dois meses, e no tornozelo esquerdo há três semanas. Nega febre ou outras alterações. O exame complementar indicado nesse caso é:
Recém-nascido, 37 semanas de idade gestacional, peso de nascimento = 2570 g, com exame físico inicial normal, com 40 horas de vida, evoluiu com tremores, irritação e temperatura de 38°C. Fontanela normotensa. FR = 70 mpm. FC = 150 bpm. Urinou 3 vezes desde o nascimento e perdeu 9% do peso. Quer mamar a toda hora. Quais são as hipóteses diagnósticas mais prováveis?
Paciente de 35 anos, nuligesta, ciclos menstruais regulares, comparece à consulta com ultrassonografia endovaginal evidenciando lesão em parede posterior de corpo uterino, subserosa e intramural sugestiva de Leiomioma. A melhor conduta neste caso é:
Homem de 40 anos com queixa de pirose traz uma endoscopia que revelou esôfago de Barrett longo. O exame histopatológico confirma esôfago de Barrett sem displasia. A melhor conduta a seguir é:
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