Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Infectologia

Fator(es) não associados(s) com ITU aguda não complicada:

A
Hipoestrogenismo
B
Diafragma e espermaticidas
C
Gravidez
D
Tipo de roupa íntima
E
Frequência coital
O trauma continua a ser a causa mais comum de mortes e sequelas na infância. Por ano, mais de 10 milhões de crianças são atendidas nas emergências, em diversos países, para tratamento de lesões traumáticas, o que representa quase uma em cada seis crianças. A morbidade e a mortalidade do trauma ultrapassam a de todas as principais doenças em crianças e adultos jovens, fazendo com que o trauma seja o maior problema de saúde pública e de atendimento nessa população. Apesar de as prioridades no atendimento à criança não mudarem se comparadas com as prioridades no atendimento ao adulto, as crianças apresentam algumas diferenças, principalmente, anatômicas, em que a forma de ação será modificada. Nesse contexto, quanto ao adequado atendimento à criança traumatizada, assinale a alternativa INCORRETA.
ID: Mulher, 58 anos de idade, portadora de fibrilação atrial diagnosticada há dois anos, HMA: iniciou há 8 horas com dor, frialdade e cianose fixa no pé esquerdo. Nega história prévia de claudicação intermitente em membros inferiores (MMIIs). EF: não apresenta os pulsos distais palpáveis no MIE e o exame do MID encontra-se normal, com todos os pulsos palpáveis. INR= 1,8. A conduta imediata mais apropriada é:
Um paciente de 64 anos apresenta-se no pronto-socorro com quadro súbito de afasia e hemiplegia esquerda persistente há 2 horas. Negou cefaleia ou trauma recente. É hipertenso e dislipidêmico em tratamento. Na admissão, além do déficit neurológico, apresentava-se consciente, com PA: 150x90 mmHg. Coração com 88 bpm rítmico; sem sopros cardíacos ou carotídeos. A glicemia capilar era 90 m%. O ECG revelou ritmo sinusal com sobrecarga ventricular esquerda discreta. A conduta mais adequada a seguir é:
Responda às próximas duas perguntas baseados neste caso clínico e de acordo com as IV Diretrizes Brasileiras para Manejo da Asma. A mãe de uma menina de dois anos de idade relata na consulta pediátrica de rotina que sua filha “vive gripada”. Refere que a criança apresenta quadros repetidos de coriza, obstrução nasal e espirros. Praticamente toda semana precisa utilizar nebulização com beta 2 agonista para alívio de tosse e “cansaço”. Estes quadros ocorrem há cerca de um ano e melhora rápido quando nebuliza. No momento a criança está bem, sem queixas e no exame físico o pediatra observa lesões compatíveis com dermatite atópica. A mãe é asmática, mas não faz uso de medicação profilática: o pai fuma em casa. Qual a classificação proposta para o quadro de asma desta criança e qual conduta?
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