Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Neurologia

Feminina, 28 anos, consulta com queixas de desconforto abdominal intermitente, eructações frequentes com evolução de vários meses, mais recentemente tensão pré-menstrual acentuada com enxaqueca menstrual, observando cólicas abdominais frequentes, com modificação do padrão evacuatório (urgência, disquesia retal) e modificação da forma e consistência das fezes (amolecidas, por vezes em “fitas”.) Em consultas recentes, recebeu diagnósticos dispares. Infeliz no casamento, com anorgasmia, dispareunia e surtos de proctalgia fugaz. Ao exame clínico: ansiosa, desconfiada, eutrofica, extremidades frias e sudoréticas, dispneia suspirosa. Dados vitais normais. No exame segmentar do abdome: distensão e dolorimento difuso, mais acentuado em FID-Borborigmo audível. Exame retal: plicomas - hipertonia esficteriana. O seu diagnóstico presuntivo seria:

A
Distúrbio de somatização.
B
Síndrome do intestino irritável - hipertônico.
C
Endometriose.
D
Proctocolite idiopatica
E
Doença diverticular.
A Resolução CFM nº 1480/97, após definir os critérios para diagnóstico de morte encefálica, determina, para a faixa etária indicada à esquerda, o seguinte intervalo mínimo entre duas avaliações clínicas:
Homem de 65 anos, refere forte dor nas costas, lipotimia e falta de ar há 6 horas. Nega traumas locais. AP: ex-tabagista, parou há 1 ano. EF: PA = 190 x 120 mmHg, descorado 3+/4. CK-MB e eletrólitos: normais. ECG: normal. AngioTC: imagem a seguir. (Conforme imagem do caderno de questões) O diagnóstico é
Na doença celíaca, o padrão ouro para seu diagnóstico é a biópsia intestinal que demonstra atrofia vilositária da mucosa jejuno-ileal, limitando a absorção de nutrientes. Na orientação nutricional específica, preconiza-se:
A poliarterite nodosa relaciona-se mais frequentemente com o vírus da hepatite:
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