Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Infectologia

Obstetrícia

Gestante com 20 semanas de gestação vem à consulta rotineira de pré-natal mostrar os primeiros exames realizados como apresentado a seguir. Nega qualquer queixa no momento. Hemoglobina = 13,2 Hematócrito = 35 Leucócitos 9000 diferencial sem alterações; VDRL não reagente; Anti-HIV não reagente; HBsAg não reagente; Glicose 78; Anticorpos para Toxoplasmose IgG e IgM não reagentes; EQU: Leucócitos 3/campo e hemácias 2/campo; Urocultura: E coli > 100.000 Qual a melhor conduta diante destes resultados?

A
Tratar com nitrofurantoína 400mg 6/6h por 7 dias.
B
Repetir EQU e Urocultura, pois podem estar alterados por problemas do laboratório, uma vez que a paciente não apresenta sintomas.
C
Indicar internação hospitalar, pois há risco de Trabalho de Parto Prematuro.
D
Tratar com fenazopiridina por 5 dias.
E
Indicar profilaxia com sulfametoxazol + trimetroprim até o final da gestação.
Paciente de 20 anos, feminina, estudante, foi atendida na emergência, após ter sido encontrada sonolenta ao lado de três cartelas vazias de medicamento. Apresentou duas convulsões antes de chegar ao hospital. Ao exame, encontra-se comatosa com Glasgow 7, pupilas midriáticas e fotorreagentes, PA = 70/50 mmHg, frequência cardíaca = 58 bpm, pele quente e seca, hálito etílico e ruídos hidroaéreos abolidos à ausculta abdominal. O ECG mostra QRS alargado e prolongamento do PR. Procedida intubação orotraqueal, lavagem gástrica e administração de carvão ativado. Qual a medicação a ser administrada, considerando a provável classe de fármaco ingerida pela paciente?
Adolescente de 14 anos, goleiro do time de sua escola, queixa-se de dor na região anterior do joelho esquerdo, que piora com a dígito-pressão e na subida e descida de rampas. Exame físico: aumento do volume local com tumefação do tubérculo tibial anterior. Radiografia simples de perfil: irregularidade e presença de ossículo junto à tuberosidade anterior da tíbia. A principal hipótese diagnóstica é:
A vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B
Paciente de 39 anos, do sexo feminino, em um intervalo de cinco meses apresenta o segundo episódio de vertigem. Sem zumbido ou hipoacusia, sem história de trauma craniano, e acompanhada por náuseas, a vertigem tem curta duração e acontece quando a paciente olha para cima ou rola na cama. No exame físico, a manobra de Dix Hallpike provoca um nistagmo com menos de 30 segundos de duração, que reduz de intensidade com a repetição da manobra. O diagnóstico MAIS PROVÁVEL é:
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