Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Gestante de 24 anos, com 32 semanas de gestação é trazida a emergência pelo CBERJ com relato de desmaio e crise nervosa em via pública. Ao exame apresenta-se torporosa, pupilas isocóricas e fotorreagentes. Sem sinais de irritação meníngea. PA: 180x120 mmHg, fundo uterino de 32 cm, metrossístoles ausentes, tônus uterino normal, movimento fetal presente, BCF 137 sem desacelerações. Toque colo fechado. Feito cardiotocografia com laudo de feto ativo. A melhor conduta neste caso é:

A
sulfato de magnésio, monitorização fetal e compensação clínica da gestante.
B
hidralazina venosa e realizar cesariana.
C
sulfato de magnésio e realizar cesariana.
D
diazepan venoso e monitorizar feto.
E
sulfato de magnésio, hidralazina e cesariana.
Uma paciente de 48 anos, hipertensa há 6 anos, apresenta dificuldade para controle dos níveis pressóricos, apesar de 15 mg de enalapril, 12,5 mg de hidroclortiazida e 5 mg de amlodipina. Ao exame clínico: IMC: 24; PA: 165x105 mmHg; coração: 4ª bulha, ausência de sopros abdominais; presença de pulsos radiais e pediosos normais e simétricos, sem edemas. Os exames laboratoriais mostram: Hb 14g/dl; Htc: 42%, glicemia de jejum 92mg/dd, ureia: 52mg/dl, creatinina: 0,9mg/dl; Na: 138mEq; K:3,4mEq. Seu ECG mostra sobrecarga ventricular esquerda com alterações difusas da repolarização ventricular. Na sequência de avaliação, qual exame seria mais útil?
Baseado na diretriz brasileira de tuberculose de 2004, o Ministério da Saúde preconiza qual esquema terapêutico para tuberculose pulmonar e coinfecção com AIDS:
Apesar de originalmente elaborada com o objetivo de normatizar estudos científicos sobre a Artrite Reumatoide, a classificação do American College of Rheunatology é frequentemente utilizada para fins de diagnóstico definitivo da condição. Uma das opções abaixo NÃO apresenta corretamente um dos sete critérios diagnósticos estabelecidos. Assinale-a:
As pancreatites agudas possuem uma ampla variabilidade de gravidade clínica e prognóstico associado, havendo desde quadros de apresentação mais branda, com bom prognóstico, até quadros muito graves, de elevadíssima mortalidade. Ao longo das quatro últimas décadas, diversos critérios e escalas, como a escala de Ranson, a classificação de Balthazar, o escore APACHE II e as dosagens de interleucinas tem sido aplicados ou especificamente desenvolvidos com o fim de estratificar a gravidade e definir o prognóstico dos pacientes vitimados por tal condição. Abaixo são listadas cinco opções de critérios prognosticadores, sendo que uma delas NÃO representa um dos critérios incluídos na escala de Ranson. Assinale esta opção.
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