Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Gestante de 28 anos, com infecção assintomática pelo HIV, virgem de terapia antirretroviral (TARV), comparece ao pré-natal na 10ª semana com contagem de linfócitos T CD4 de 300 células/mm³ e carga viral plasmática do HIV (CV) de 13.722 cópias/ml. A introdução da TARV deve ser:

A
na 14ª semana, com esquema com três drogas e controle de CD4 e CV a cada dois meses e na 34ª semana, sendo que esta última deve definir a via de parto.
B
de AZT no 3º trimestre da gestação, além do AZT injetável durante o trabalho de parto e parto e AZT xarope para o recém-nascido.
C
imediata de AZT até o final da gestação, além de AZT injetável durante o trabalho de parto e parto e AZT xarope para o recém-nascido.
D
imediata com esquema com três drogas, devendo-se manter a CV; 1.000 cópias/ml até o parto, e não há necessidade de medicar o recém-nascido.
E
na 14ª semana, controle de CD4 e CV na 34ª semana, e, se CV; 1.000 cópias/ml, não há necessidade de se fazer AZT injetável durante o trabalho de parto e parto.
Homem de 40 anos encontra-se em unidade de terapia intensiva com diagnóstico de pneumonia, choque séptico e íleo metabólico. Está em uso de noradrenalina 0,4 ?g/kg/min e antibioticoterapia e sob suporte ventilatório mecânico com FiO2 de 60%. Nas últimas 24 horas, apresentou 1,5 litro de drenagem de líquido de estase pela sonda nasogástrica. Apresenta abdome distendido com RHA ausente. Gasometria arterial: pH 7,40, bicarbonato 24 mEq/L e pressão parcial de gás carbônico (pCO2) 36 mmHg. Exames laboratoriais: sódio 135 mEq/L e cloro 80 mEq/L. Em relação aos distúrbios metabólicos, podemos afirmar que:
Homem de 54 anos, branco, com hipertensão arterial, apresenta insuficiência cardíaca há 10 anos com fração de ejeção de 32%, em uso de carvedilol (50 mg/dia), captopril (150 mg/dia) e furosemida (80 mg/dia), com controle da hipertensão e da insuficiência cardíaca. Há 2 meses iniciou piora progressiva da dispneia e dor precordial em aperto, aos esforços, que melhora após 2 minutos de repouso.Visando à melhora do prognóstico, a melhor conduta é:
Paciente submetido à colecistectomia video laparoscópica com colangiografia pré-operatória, recebeu alta oligossintomática, retornou dois dias depois com quadro de dor abdominal difusa, vômitos, ultrassonografia demonstrando moderada quantidade de líquido intra abdominal. Qual o provável diagnóstico?
Paciente negro, 45 anos, internado no HCTCO há 25 dias, com quadro de empiema pleural, BAAR negativo em três amostras, biópsia pleural inespecífica, apresentando ao raio- X: dreno tórax bem posicionado, nível hidroaéreo, espessamento pleural e cavidade empiemática com mais ou menos 350 ml. Qual a melhor conduta?
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