Questões na prática

Clínica Médica

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Obstetrícia

Reumatologia

Gestante de 30 anos, com história de abortamentos de repetição e diagnóstico de crescimento intrauterino restrito na gestação atual, foi internada com quadro de acidente vascular cerebral isquêmico transitório e plaquetopenia. À investigação, identificaram-se vegetações não bacterianas em valva cardíaca. Qual o diagnóstico mais provável?

A
Febre reumática
B
Síndrome paraneoplásica
C
Síndrome antifosfolipídica
D
Síndrome hipereosinofílica
E
Púrpura trombocitopênica trombótica
Paciente do sexo masculino, 38 anos, pedreiro, casado, natural e procedente de Natal, é admitido em pronto-socorro queixando-se de dor abdominal difusa e febre alta, que se seguiu a sonolência. O acompanhante revela que o quadro se instalou nas últimas 48 horas e que o paciente é portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica. Ao examiná-lo, o médico evidencia sonolência, miose, taquisfigmia, temperatura de 38 graus centígrados, torpor. Não há sinais de irritação meningo-radicular. A ausculta cardiopulmonar não acrescenta novos dados. O exame abdominal revela ascite tensa. A intervenção diagnóstica correta para esse caso é:
Um paciente de 60 anos é submetido a uma cistectomia radical, com linfadenectomia pélvica difícil, sangramento intraoperatório e necessidade de transfusão de quatro unidades de concentrado de hemáceas. Cinco horas após, o cirurgião é chamado ao centro de recuperação, devido a sangramento importante pelo dreno e pela incisão. Os exames revelam tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial e de sangramento normais. Os produtos de degradação da fibrina não estão elevados, o fibrinogênio sérico está diminuído, e a contagem de plaquetas é de 65.000/mm³. Provável causa desse sangramento:
Na avaliação pré-operatória de um paciente com IRC terminal atendido para realizar transplante renal, há contra-indicação para o transplante quando ocorre:
Durante uma ultra-sonografia abdominal, foi detectado, em uma paciente de 45 anos, assintomática, um pólipo de vesícula biliar de 5 mm, sem cálculo biliar associado. Em relação a esse caso, o procedimento correto é a:
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