Questões na prática

Pediatria

Neonatologia

Gisele, 29 anos, apresenta-se em trabalho de parto após gestação de 39 semanas. Foi diagnosticada durante o 2º trimestre da gestação como tendo diabetes gestacional e tratada com dieta. O exame ultrassonográfico mostrou um feto com peso de 4000g e não se identificou nenhuma anomalia congênita. Após um parto prolongado, caracterizado pela falta de descida da cabeça foi diagnosticado desproporção cefalopélvica e feita a intervenção cirúrgica (cesariana). Nasceu um neonato pletórico, com peso de 4000g. Constatou-se que o neonato exibia esforços respiratórios irregulares e uma freqüência cardíaca de 100 bpm logo após o nascimento. O índice de Apgar no 1º minuto foi de 5; o pH do cordão umbilical foi de 7,10. Este neonato está em risco dos eventos abaixo, exceto:

A
Hipoglicemia
B
Hiperviscosidade
C
Hiperbilirrubinemia
D
Doença de membrana hialina
E
Hemorragia intacraniana
Gestante de 37 anos, com data da última menstruação em 28 de julho de 2008 chega ao consultório para primeira consulta pré-natal, no dia 30 de outubro de 2008, referindo ter dois filhos nascidos por parto normal e ter realizado uma curetagem por abortamento. Refere que o primeiro filho nasceu pesando 2400 gramas com 39 semanas de gestação. O segundo pesou, ao nascer, com 33 semanas de gestação, 2100 gramas, após duas semanas internada com a “bolsa rota” e sem contrações. Qual o acometimento fetal na primeira gestação e o diagnóstico patológico durante a segunda gestação?
Paciente foi submetido à hemitireoidectomia à esquerda. Como particularidade, apresentava há dez anos, cicatriz na região cervical à direita por endarterectomia da carótida. Ao ser entubado, após o término da cirurgia da tireoide, o paciente apresentou dispneia importante, sendo necessária nova entubação. Nessa situação, o diagnóstico e a conduta, são:
A estudar a anatomia das artérias coronárias, observou-se que a dominância é atribuída ao sistema da artéria coronária direita (ACD), pergunta-se (assinalar uma resposta correta):
Há várias doenças que causam uma dor visceral, geralmente arrastada e de localização imprecisa na região mesogástrica. A sua causa pode ser por: distensão, inflamação e:
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