Questões na prática

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Há 2 meses, um casal perdeu um filho de 1 ano e meio vítima de meningite meningocóccica fulminante.Outro filho, de 4 anos, desenvolveu meningite 5 dias depois. Está vivo, mas apresenta sequelas. O médico está sendo processado por negligência, pois os pais não receberam orientações acerca da profilaxia de contactantes, que deveria ter sido recomendada por 2 dias, com:

A
cefalosporina de terceira geração, para os contactantes domiciliares com menos de 12 anos.
B
rifampicina, para todos os contactantes domiciliares.
C
amoxacilina, para contactantes domiciliares com menos de 12 anos.
D
rifampicina, para contactantes domiciliares com menos de 12 anos.
E
amoxacilina, para todos os contactantes.
No que se refere às cardiopatias congênitas assinale a alternativa correta.
Uma mulher, de 22 anos, é admitida no hospital devido à anestesia da mão direita que se desenvolveu, após uma discussão com seu irmão. Ela está bem disposta e parece despreocupada quanto ao seu problema. Não há história de trauma físico. O exame neurológico é negativo pela sensibilidade a dor diminuída em uma distribuição de luva sobre a mão direita. Sua família inteira está presente e expressando grande preocupação e atenção. Ela ignora seu irmão e parece alheia ao ciúme e a rivalidade crônicos descritos por sua família. O diagnóstico mais provável é:
Um  homem de  60 anos de idade com diagnóstico de colecistite crônica calculosa será submetido à colecistectomia videolaparoscópica. Ele também apresenta hipertensão arterial sistêmica, em uso de medicação,  com bom controle da pressão; não tem outras queixas ou doenças associadas além das citadas e não faz uso de outros medicamentos. Considerando o caso clínico apresentado, a avaliação pré-operatória desse paciente e o ato anestésico, julgue o item. De acordo com a ASA (American Society of Anesthesiologists), esse paciente é classificado, quanto ao estado físico, como ASA I, pois a doença sistêmica que apresenta é leve e está compensada.
Pré-escolar de quatro anos, sexo masculino, é levado por sua mãe ao pediatra, que relata períodos prolongados de “falta de apetite” e irritabilidade. O recordatório alimentar dos últimos seis meses revela dieta adequada para a idade. A mãe também informa que passou a utilizar polivitamínicos em doses elevadas e orexígenos há quatro meses, visando melhorar o apetite do filho. Exame físico: ausência de ganho ponderal em relação à última consulta; hipoatividade; alopécia e lesões cutâneas seborréicas. A hipótese diagnóstica mais provável é hipervitaminose crônica por excesso de vitamina:
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