Questões na prática

Clínica Médica

Reumatologia

Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). Na enfermidade responsável pelas perdas fetais, também podemos encontrar:

A
onicólise e eritema nodoso
B
nódulos pulmonares e icterícia
C
plaquetopenia e livedo reticularis
D
uveíte e úlceras orais
Paciente gestante de 33 anos, com dor de início recente no quadril esquerdo, apresentando osteopenia difusa da cabeça e do colo femoral à esquerda na radiografia da bacia e alterações à Ressonância Magnética características de hipossinal em T1 e hiperssinal difuso em T2. Qual é o diagnóstico mais provável?
Na execução de um curativo, sobre a ferida, segundo as regras clássicas:
Homem de 47 anos, portador de cirrose alcoólica, dá entrada em setor de emergência com quadro de oligúria, aumento do volume abdominal e edema ascendente de MMII até a raiz da coxa e região sacral. Seu exame físico revela icterícia de escleróticas +/4, ascite tensa e edema de MMII 4+/4. Exames laboratoriais mostram leucograma normal, plaquetas = 59.000/ mm³, ureia = 90 mg%, creatinina = 1,8 mg%, bilirrubina = 3,0 mg%, INR = 2,2 e albumina = 2,5 g%. É realizada paracentese, e análise do líquido ascítico mostra celularidade = 650 células com 80% PMN e proteína total = 0,9 g% (albumina = 0,5 g%). EAS mostra cilindros hialinos, pH = 6,0, ausência de proteínas e hemácias e sódio de 9 mEq/I. Frente ao quadro clínico acima, a medida terapêutica que não está indicada, é:
Em pacientes vítimas de trauma torácico, a presença de tórax instável está relacionada à fratura de:
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