Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Ginecologia

Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). A cardiotocografia realizada 1h após a internação evidencia padrão periódico, desaceleração da frequência cardíaca fetal, cujo intervalo de tempo entre o início da contração e o princípio da desaceleração é de 35 segundos com linha de base em 130 bpm. O padrão cardiotocográfico é DIP:

A
II
B
I
C
III favorável
D
III desfavorável
Sobre as fraturas diafisárias do fêmur da criança, analisar os itens abaixo: I - Nas fraturas do terço proximal, o fragmento proximal sofre maior influência do glúteo médio, dos rotadores externos e psoas, resultando em sua flexão, rotação externa e adução. II - De modo geral, as fraturas em crianças com até um ano de idade consolidam em duas a três semanas. III - Os pré-requisitos para o tratamento de fraturas com gesso imediato são: ausência de encurtamento, edema não muito acentuado e fratura causada por trauma de baixa energia. Está (ão) CORRETO (S):
Por que os profissionais de saúde avaliam o desenvolvimento motor dos bebês durante exames rotineiros de puericultura?
O aneurisma de aorta abdominal:
Um menino de 2 anos dá entrada na emergência apresentando crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas desde que foi trazido de casa, no colo da mãe, em automóvel comum. Inconsciente, apresenta saturação de oxigênio = 89%, pressão arterial, pulsos e frequência cardíaca normais. A conduta inicial imediata a ser tomada é:
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