Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Pneumologia

Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). No puerpério imediato, a trombose venosa profunda (TVP) de Heloísa se agrava por ter permanecido muito tempo acamada apesar das recomendações médicas para a deambulação precoce. O sinal que indica gravidade da TVP é:

A
dor do segmento acometido, do tipo compreensiva
B
edema
C
hipertermia discreta e localizada
D
palidez distal
Recém-nascido a termo, cuja a mãe apresentou descolamento prematuro de placenta, necessitou de ventilação com pressão positiva e massagem cardíaca na sala de parto. O peso estimado era de 3000g. Após 30 segundos de ventilação e massagem cardíaca, o neonato apresentava-se com freqüência cardíaca de 120 batimentos por minuto, ainda sem respiração espontânea, pálido e com pulsos finos. Qual a conduta mais adequada?
Você está na sala de parto diante de uma criança nascida a termo, de parto vaginal sem intercorrências. Após os procedimentos inicias de rotina, o boletim de Apgar no primeiro minuto de vida é de 9. Nesse momento, assinale a alternativa que melhor represente as condições cardiovasculares desse recém-nascido:
Paciente com 34 anos de idade, atendido no pronto-socorro com queixa de dor torácica há 2 semanas, com melhora e aparecimento de dispneia progressiva.Teve contato com colega de trabalho diagnosticado há 2 meses com tuberculose. No exame físico: bom estado geral, dispneico (24 ipm); à ausculta pulmonar, murmúrio vesicular presente em hemitórax esquerdo e abolido em 1/3 inferior de hemitórax direito (HTD); à percussão, maciço em 1/3 inferior de HTD. A radiografia de tórax mostra opacidade em 1/3 inferior de HTD e linha de Damoiseau-Ellis. A hipótese diagnóstica nesse caso é:
Paciente, com 2 anos de idade, sexo feminino, com queixa de dor e perda de força no membro superior direito há uma hora. Mãe refere que a criança ia que ela a segurou pelo antebraço. Observa-se o antebraço em extensão e pronado. Qual deve ser tratamento?
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