Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Heloísa, 24 anos, gesta III, para 0, aborto II (duas perdas fetais no 2º trimestre), atualmente na 34ª semana de gestação, procura a emergência com cólica, dores em membros inferiores e perda líquida há duas horas, sem sangramento. No exame obstétrico inicial, observa-se líquido amniótico claro e sem grumos saindo pela vagina. Nos membros inferiores nota-se trombose venosa profunda (TVP). Heloísa está agora com 6 cm de dilatação, colo 100% apagado,apresentação em plano“0” de De Lee, líquido de tinto de mecônio. BCF de 110 bpm e cardiotocografia não reativa. A conduta neste momento é:

A
realizar cesariana segmentar
B
colocar em decúbito lateral esquerdo, administrar oxigênio e suspender ocitócicos
C
acelerar o parto com posterior aplicação de fórcipe de alívio
D
corrigir a hipotensão e a hipoglicemia
Lactente, 4 meses, amamentada ao seio materno, apresenta dificuldade de sucção. É constipada, não sustenta a cabeça, não sorri e dorme muito. Nasceu de parto domiciliar, não realizou testes neonatais de triagem nem vacinas. O peso de nascimento foi em torno de 4 kg, teve icterícia na face e tronco durante todo o 1° mês de vida, mas não foi tratada. Ao exame, a pele é fria e seca, a boca entreaberta, a fontanela anterior ampla; está hipoativa, hipotônica, e apresenta hérnia umbilical de 2 cm de diâmetro. Qual a hipótese diagnóstica mais provável para esta criança?
Anália, 58 anos, internada com febre, náusea e dor abdominal de forte intensidade em hipocôndrio direito com irradiação para o dorso há 36 horas, com piora nas últimas 12. Exame físico: FC 92 bpm, FR 23 irpm, Tax 39°C, dor abdominal intensa à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: leucograma: 19.000/mm³ (eosinófilos 0%, bastões 10%, segmentados 78%), bilirrubina total 1,2 mg/dl, direta 0,7mg/gl, indireta 0,5mg/dl; EAS normal. A conduta terapêutica é:
Uma criança de quatro anos de idade, sexo masculino, é encaminhada ao ambulatório, pois a professora notou discreto desvio do olho direito há 30 dias. Nascido de parto prematuro, com 35 semanas, peso: 2.730 g, estatura: 46,5 cm, Apgar: 9/9, permaneceu por seis horas em CPAP nasal e 12 horas no capacete de oxigênio, devido a desconforto respiratório leve. Recebeu alta hospitalar com três dias. A mãe nega infecções durante a gravidez. Exame físico: estrabismo com esotropia à direita e reflexo pupilar esbranquiçado. A hipótese diagnóstica mais provável é:
As crises convulsivas febris correpondem a um dos problemas neurológicos mais frequentemente observados na população pediátrica, sendo que de 2 a 5% das crianças neurologicamente saudáveis apresentarão pelo menos um episódio durante a infância. Qual das alternativas abaixo constitui uma afirmativa verdadeira sobre tal entidade nosológica?
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