Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia do Trauma

Homem, 20 anos, vítima de atropelamento, com fratura grave de pelve e choque grau IV, foi submetido à laparotomia exploradora (negativa) e fixação externa da bacia. Foi admitido na UTI 3 horas após o acidente, intubado, sedado e sob ventilação mecânica, apresentando PA 100 X 60, pulso 120 bpm, diurese 50 ml e abdome tenso, tendo recebido transfusão de 4 concentrados de hemácias e infusão de 3.000 ml de SF 0,9%. Tendo em vista uma provável síndrome compartimental abdominal, assinale a conduta MAIS adequada:

A
Observação, monitorização e manutenção da volemia.
B
Reposição volêmica agressiva.
C
Laparotomia descompressiva imediata.
D
Medir a pressão intra-abdominal (PIA), se estiver entre 15 e 25 mmHg, manter normovolemia e monitorização.
E
Medir a PIA, se estiver entre 25 e 30 mmHg, indicar laparotomia descompressiva.
Na execução de um curativo, sobre a ferida, segundo as regras clássicas:
Homem de 47 anos, portador de cirrose alcoólica, dá entrada em setor de emergência com quadro de oligúria, aumento do volume abdominal e edema ascendente de MMII até a raiz da coxa e região sacral. Seu exame físico revela icterícia de escleróticas +/4, ascite tensa e edema de MMII 4+/4. Exames laboratoriais mostram leucograma normal, plaquetas = 59.000/ mm³, ureia = 90 mg%, creatinina = 1,8 mg%, bilirrubina = 3,0 mg%, INR = 2,2 e albumina = 2,5 g%. É realizada paracentese, e análise do líquido ascítico mostra celularidade = 650 células com 80% PMN e proteína total = 0,9 g% (albumina = 0,5 g%). EAS mostra cilindros hialinos, pH = 6,0, ausência de proteínas e hemácias e sódio de 9 mEq/I. Frente ao quadro clínico acima, a medida terapêutica que não está indicada, é:
Em pacientes vítimas de trauma torácico, a presença de tórax instável está relacionada à fratura de:
Uma senhora de 45 anos veio ao ambulatório de cirurgia encaminhada pelo urologista. Segundo o encaminhamento, a paciente estava investigando litíase renal e fez ultrassonografia abdominal, que evidenciou cálculo único de vesícula biliar, com 3,1 cm de diâmetro. Questionada sobre sintomatologia biliar, referiu ser totalmente assintomática. A conduta mais adequada neste momento é:
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