Questões na prática

Clínica Médica

Nefrologia

Homem, 37 anos de idade, com diagnóstico prévio de urolitíase, com dor lombar à direita há 20 dias, fazendo uso de diclofenaco, evoluiu há 48 horas com piora da dor abdominal, com náuseas, vômitos e redução do volume urinário. Exames de laboratório mostram ureia: 120 mg/dl, creatinina: 3,0 mg/dl, hemogasimetria arterial: pH: 7,33; HCO3: 11 mEq/l; PCO2: 26 mmHg, PaO2: 87 mmHg. BE: -4; Cl: 106 mEq/l, Na: 140 mEq/l, SaO2: 94%. K: 6,0 mEq/l; glicemia: 104 mg/dl. Cálcio: 8,5 mg/dl. Sódio urinário em amostra isolada: 19 mEq/l. A ultrassonografia de abdome mostra dilatação pielocalicial à direita, sem outras alterações. No tratamento desse paciente, a medida mais importante é:

A
desobstrução urinária com duplo J .
B
hidratação com solução de NaCl a 0,9% .
C
hidratação com solução de NaCl a 0,045% .
D
uso de bifosfonado por via venosa .
E
uso de corticosteroide .
Em relação ao esôfago de Barrett, assinale a alternativa errada:
Em relação aos abscessos hepáticos, assinale a alternativa errada:
Recém-nascido, sexo feminino, é levada ao setor de emergência com 16 horas de vida. A paciente nasceu no lar, e o pai informa que o bebê "evacuou sangue". A mãe tem epilepsia e faz uso de fenobarbital. Exame físico: peso: 3.250 g, comprimento: 49 cm, FC: 142 bpm, FR: 55 irpm, pulsos periféricos facilmente palpáveis, múltiplas equimoses nos membros e exsudação sanguinolenta no coto umbilical. Exames laboratoriais: plaquetas: 280.000/mm³ TAP e PTT prolongados, BT: 3 mg/dl, função hepática normal. A medida terapêutica mais importante é a administração de:
Um lutador de artes marciais de 38 anos sofre fratura de ambos os ossos da perna esquerda durante um golpe violento e de alta energia. Ao exame físico ortopédico, observa-se deformidade angular evidente no terço médio da perna esquerda, pulsos distais presentes e não apresenta solução de continuidade na pele. O exame radiográfico evidencia desvio em varo de 10 graus no foco das fraturas e traços transversos diafisários no mesmo nível na tíbia e na fíbula. A melhor conduta terapêutica definitiva neste caso é:
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