Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

Homem, 42 anos de idade, procurou atendimento médico em unidade básica de saúde, com história de diarreia há três meses, com fezes pastosas em grande volume, com restos alimentares e presença de gordura. Perda ponderal de 10 kg no período. Refere ingestão de meia a uma garrafa de aguardente por dia, desde a adolescência. Ao exame físico: bom estado geral, mau estado nutricional, consciente, orientado e hipocorado +/4+. Pressão arterial: 90/60 mmHg e frequência cardíaca: 102 bpm. Abdome escavado, flácido, discretamente doloroso à palpação profunda de epigástrio, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis, ruídos hidroaéreos normativos. O mecanismo fisiopatológico que mais, provavelmente, explica a diarreia é:

A
Aumento da osmolaridade intestinal por má absorção de nutrientes.
B
Exsudação da mucosa intestinal do cólon ascendente por neoplasia.
C
Aumento da secreção de água e eletrólitos por ação do álcool.
D
Inflamação da mucosa intestinal por infecção ou infestação.
Paciente de 58 anos, tabagista de mais de 30 cigarros/dia, vai à emergência com história de que, há mais ou menos 3 horas, começou com calafrios. Já apresentava tosse produtiva purulenta e calafrios tremulantes uma semana antes, e chiado no peito. Sabia ser portadora de DPOC e usava broncodilatador de longa duração e corticoide inalatório, sendo que, às vezes, nebulizava com fenoterol e ipratrópio. Foi realizado RX de tórax que mostrou consolidação no lobo médio e língula. A paciente não apresentava outras comorbidades. Estava lúcida, orientada, FR 22, FC 90 e SatO2: 94%. Com relação a esse caso, podemos dizer que:
São manifestações comuns da hemorragia subaracnoidea, EXCETO:
Sérgio, de 45 anos, com icterícia e prurido procura serviço médico e é realizado uma colangiopancreatografia retrógrada cujo achado foi de um tumor de Klatskin, tipo IIIA de Bismuth. Com relação a sua localização no hepatocolédoco, o tumor:
Homem de 69 anos, submetido à gastrectomia parcial com reconstrução gastrojejunal transmesocólica devido à neoplasia gástrica avançada. Nos 1º e 2º dias de pós-operatório deve-se administrar:
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