Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Hematologia

Homem, 45 anos, tabagista 1 maço/dia desde 18 anos, dislipidêmico em uso irregular de sinvastatina, foi admitido, após desentendimento familiar, com quadro de desconforto torácico médio-esternal sem irradiação, acompanhado de leve sudorese fria. Como a dor persistiu nos próximos 10 minutos, foi levado ao pronto atendimento. Seu exame físico era normal, bem como seu ECG, realizado 15 minutos após o início da dor. Encaminhado para sala de dor torácica, foram tomadas medidas iniciais, como Morfina, Nitrato, AAS, Clopidogrel e Oxigênio, com melhora significativa da dor. Que diagnóstico seria o mais adequado, caso um novo ECG e dosagens de marcadores cardíacos fossem normais?

A
Síndrome coronariana aguda sem supradesnível do ST.
B
Síndrome coronariana estável.
C
Infarto agudo do miocárdio sem supra de ST.
D
Infarto agudo do miocárdio com supra de ST.
E
Dor torácica atípica.
Com relação ao tratamento da Doença de Graves, a tireoidectomia cirúrgica deve ser considerada como tratamento inicial nas seguintes situações, EXCETO:
Paciente de 40 anos de idade com diagnóstico de epilepsia apresentou atividade motora em membros superiores sendo mais evidentes à direita. Era incapaz de responder adequadamente a comandos verbais ou visuais durante a crise e tinha memória ou percepção comprometida da fase ictal. Podemos classificar como crises epiléticas do tipo:
Considerando um paciente de vinte e oito anos de idade que apresente cólica renal aguda decorrente de litíase renal, julgue o item a seguir. O componente mais frequente de cálculo renal é o ácido úrico.
Sobre o atendimento inicial ao paciente politraumatizado, é correto afirmar : I. O colar cervical não pode ser retirado em hipótese alguma enquanto não se houver descartado em definitivo a possibilidade de lesão de coluna cervical, devendo-se inclusive intubar o paciente sem removê-lo. II. Contra-indicação absoluta à intubação naso-traqueal é a apnéia (ausência de ventilação espontânea). III. As radiografias panorâmica de bacia, de coluna cervical (em 2 incidências pelo menos) e de tórax em AP devem ser obrigatoriamente realizadas em todo paciente politraumatizado, mesmo naqueles sem queixas. IV. O paciente politraumatizado vítima de traumatismo crânio-encefálico pode ser sedado para ser intubado, podendo-se utilizar midazolan, fentanil e até mesmo bloqueadores neuro-musculares como a succinilcolina. V. Paciente politraumatizado, após queda de andaime de 6 metros de altura, dá entrada no serviço de emergência com dor abdominal em flanco esquerdo, frequência cardíaca de 115 bpm, pressão arterial de 110 x 80 mmHg, ansioso e com frequência respiratória de 25 irpm. Encontra-se portanto em choque, sendo de causa hemorrágica até prova em contrário. VI. Hemoderivados devem ser prescritos em pacientes em choque hemorrágico sempre que houver uma resposta transitória após infusão de 2 + 2 litros de cristalóides rapidamente, ou quando não houver nenhuma resposta após infusão de 2 litros de cristalóides, sendo o sangue tipo O indicado naqueles pacientes com hemorragia grave, na ausência de sangue tipo específico ou no uso emergencial. Apenas em meninas e mulheres em idade fértil deve-se preocupar em administrar o tipo O - .
Compartilhar