Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Pneumologia

Homem, 60 anos de idade, tabagista e cardiopata, deu entrada na UTI com diagnóstico de pielonefrite e choque séptico, necessitando de noradrenalina em altas doses e ventilação mecânica invasiva. Após 3 dias na UTI, apresentou dificuldade de desmame ventilatório e o RX de tórax mostra infiltrado pulmonar bilateral, PaO2/FIO2 "menor ou igual a" 200, pressão de oclusão da artéria pulmonar < 18 mmHg. O diagnóstico é:

A
Pneumonia bacteriana.
B
Síndrome da angústia respiratória aguda.
C
Edema agudo de pulmão.
D
Doença pulmonar obstrutiva crônica.
Lactente, masculino, 33 dias de vida, é trazido para avaliação no Pronto Socorro Pediátrico devido vômitos alimentares, em jato, progressivamente mais intensos, com perda de peso intensa apesar de apetite voraz. Ao exame abdominal observa-se distensão epigástrica com ondas peristálticas visíveis, porém, dada a irritabilidade e agitação da criança, não foi possível a realização de palpação abdominal adequada. Diante do quadro clínico descrito, qual a hipótese diagnóstica inicial mais provável?
Paciente em sétimo dia de pós-operatório de tireoidectomia total, retorna à consulta ambulatorial referindo alteração de voz. A avaliação fonoaudiológica identificou dificuldade de emissão dos sons agudos. Esta complicação cirúrgica é decorrente de:
Logo após a indução da anestesia geral para redução de fratura de fêmur, um paciente sob ventilação mecânica apresenta queda progressiva no valor da capnometria. Qual é a causa mais provável?
Paciente de 60 anos, hipertenso, faz uso de hidroclorotiazida (diurético) e metoprolol (betabloqueador). Está agendado para cirurgia de prostatectomia por adenocarcinoma. Qual é a conduta em relação àqueles medicamentos anti-hipertensivos na avaliação pré-anestésica?
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