Questões na prática

Clínica Médica

Cardiologia

Homem, 60 anos, diabete melito tipo 2, hipertenso de longa duração, fumante com baixa adesão ao tratamento anti-hipertensivo . É atendido na emergência com PA = 250 x 150 mmHg, cefaleia intensa, visão borrada, vômitos e crise convulsiva. Fundo de olho evidencia edema de papila. Em relação ao diagnóstico e conduta, é correto afirmar que se trata de

A
crise hipertensiva, devendo o paciente ser tratado com metoprolol, hidralazina e diurético, trazendo os níveis de tensão arterial para a faixa de normalidade.
B
emergência hipertensiva; imediatamente usar hidralazina endovenosa, objetivando trazer os níveis de tensão arterial para baixo de 120 x 80 mmHg.
C
crise hipertensiva; de imediato usar metoprolol endovenoso e manter tensão arterial em níveis abaixo de 130 x 80 mmHg.
D
emergência hipertensiva; de imediato usar nitropussiato de sódio, iniciando simultaneamente esquema anti-hipertensivo via oral para desmame precoce do nitroprussiato, evitar hipotensão, mantendo níveis de tensão arterial em torno de 140 x 90 mmHg.
E
emergência hipertensiva; de imediato usar nitropussiato de sódio e, se possível, mantê-lo por vários dias, só iniciando esquema anti-hipertensivo oral, tardiamente, após normalização da tensão arterial com o nitroprussiato de sódio.
Paciente com 52 anos, masculino, apresentando lesão cutânea ulcerada de 2 cm de diâmetro em perna direita, cuja biópsia incisional evidenciou MELANOMA MALIGNO do tipo nodular, com nível de espessura de Breslow de 3 mm e ausência de metástases à distância pelo estadiamento. Ao exame físico, a lesão não é fixa aos planos profundos, e os linfonodos inguinais não são palpáveis. A melhor conduta a seguir é:
O baixo pH influencia a ação dos anestésicos locais na sua:
Mulher, 52 anos de idade, assintomática, em início de menopausa, apresentou em exames de rotina: AST: 210 U/dl; ALT: 102 U/dl; gamaglutamiltransferase: 92 U/l. Não faz reposição hormonal. Nega transfusões sanguíneas e tem apenas um parceiro sexual. O exame físico é normal. Realizou exames adicionais que revelaram: Hb: 13,2 g/dl; Ht: 37%; leucograma: 5.700 leuc/mm³ sem desvios; glicemia: 82 mg/dl. Anti-HCV positivo; AgHBs negativo; índice de saturação de transferrina: 40%; ferritina sérica: 850 mcg/L. Anticorpos antimitocôndria, antimúsculo liso e anti-LKM negativos. Anticorpos anti-TPO positivos. A alteração renal mais provável, nesse caso, é:
Paciente, 12 anos de idade, sexo feminino, é internada com quadro de febre há 2 semanas, com edema periorbitário bilateral, tosse improdutiva, dor de garganta. Ao exame, BEG, febril, descorada (+/4). Edema periorbitário bilateral, hiperemia de orofaringe; gânglios palpáveis, móveis, dolorosos, de consistência fibroelástica, não aderidos a planos profundos, em cadeias cervical posterior, retroauricular, axilar e inguinal. Abdome com discreta hepatoesplenomegalia. Hemograma com 15.400 leucócitos, 30% segmentados, 50% linfócitos, 20% de atípicos. TGO e TGP pouco elevadas. O diagnóstico mais provável é:
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