Questões na prática

Clínica Médica

Infectologia

Homem de 20 de idade, há uma semana com febre, mal-estar, fadiga e dor de garganta. Ao exame, a faringe estava hiperemiada sem exsudato. Adenopatia cervical posterior. Hepatimetria de 12 cm e esplenomegalia. Exames complementares: leucócitos 12.000, linfocitose e linfócitos atípicos, bilirrubina total de 2 mg/dl, AST e ALT de 70 UI/I. Anticorpo heterófilo positivo. Tinha sido medicado com ampicilina e desenvolvido erupção maculo-papular pruriginosa. O diagnóstico mais provável é:

A
hepatite A.
B
linfoma.
C
toxoplasmose.
D
mononucleose infecciosa.
E
citomegalovírus.
Paciente de 06 anos de idade apresenta em consulta de rotina, sopro cardíaco. Justifica-se a necessidade de prosseguir com a investigação quando se encontra a seguinte característica do sopro:
Um paciente de 35 anos portador de miocardiopatia dilatada idiopática, com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 0,35 é admitido com piora de falta de ar aos pequenos esforços. Está em uso regular diário de captopril 150 mg, carvedilol 50mg, espironolactona 25 mg, com boa tolerância e adesividade ao tratamento. Apresenta-se levemente dispneico com estase jugular, pulso rítmico com 88 bpm, PA: 110 X 60mmHg, sopro sistólico suave em área mitral, murmúrio vesicular reduzido na base direita, fígado palpável a 2 cm do rebordo e edema +++ de membros inferiores sem sinais de TVP. Qual a melhor opção terapêutica?
Mulher de 63 anos, viúva, do lar, procurou seu médico de família com queixa de “tristeza” que já se prolonga há três meses. Na anamnese, o médico constatou humor deprimido, fatigabilidade, ideias de culpa, perturbações do sono, apetite diminuído e autoestima reduzida. A paciente negou qualquer evento traumático nos últimos meses. Ao exame: Peso = 86 kg; 1,62 metros de altura; PA = 130 x 80 mmHg. Exame neurológico sem alterações. Mini exame do estado mental = 24. Com base nos critérios para diagnóstico de episódio depressivo do CID-10, qual o provável diagnóstico e tratamento farmacológico para essa paciente?
A sífilis congênita ocorre quando a mãe infectada passa a doença para o bebê através da placenta. As consequências da sífilis no bebê podem variar conforme a gravidade da doença da mãe. Todos os sinais e sintomas da sífilis congênita precoce são possíveis:
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