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Homem de 32 anos chega à emergência do hospital com queixa de tosse produtiva, dispneia e dor torácica à direita, há quatro dias, sem sintomas prévios. Tem diagnóstico de SIDA há quatro meses, quando fez dosagem de CD4 = 178. É tabagista e informa uso irregular de antirretrovirais, assim como de profilaxia para pneumocistose. Ao exame físico apresenta: Tax 38,3°C, FC 125 bpm, FR 36 mrpm, SaO2 89% e PA 80/50 mmHg. Ausculta cardíaca sem sopros. Ausculta pulmonar com estertores crepitantes junto às bases. Exame neurológico normal e palpação do abdome sem hepatoesplenomegalia. Os exames laboratoriais evidenciaram: leucocitose com aumento das formas jovens, anemia, DHL elevado e hiponatremia. O radiograma de tórax revelou infiltrado alvéolo-intersticial difuso, acometendo mais o lóbulo inferior direito, sem alargamento do mediastino e sem derrame pleural. Qual o diagnóstico mais provável?

A
Pneumonia bacteriana.
B
Criptococose pulmonar.
C
Tuberculose pulmonar.
D
Pneumonia por Pneumocystis jirovecii.
E
Histoplasmose.
Mulher, 67 anos, com parestesia noturna na mão esquerda. As manobras de Phalen e Tinel são positivas. O tratamento inicial é:
Na sala de parto, cerca de 10% dos recém-nascidos necessitam de alguma manobra de reanimação. Destes, 10% evoluem para procedimento de intubação endotraqueal. As recomendações do Programa de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria indicam intubação quando há:
Ao atender um neonato na sala de parto você passa uma sonda nasogástrica nº8, e aspira 45 ml. de conteúdo bilioso. Nas primeiras horas de vida observa progressiva distensão abdominal. O RX de abdome mostra uma imagem de “dupla bolha”. A hipótese diagnóstica mais provável é de:
Lactente masculino nasceu na 40ª semana de gestação com peso = 3.100 g, comprimento = 50 cm e Perímetro Cefálico (PC) = 34 cm. Apresentando crescimento e desenvolvimento normais. Assim, aos 9 meses deve apresentar:
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