Questões na prática

Clínica Médica

Cirurgia

Endocrinologia

Januária, 24 anos, realizou, há 18 meses, cirurgia de derivação gástrica em Y de Roux por via laparoscópica devido à obesidade mórbida. No 3° dia de pós-operatório apresentou taquicardia e desconforto abdominal e, no dia seguinte, observou-se drenagem de secreção biliosa pela ferida operatória. Teve alta após o controle da complicação acima e desde então, perdeu 25 kg. Nega outras patologias. Há um mês com astenia intensa, dificuldade de deambular, sudorese e vômitos frequentes no período pós-prandial. Intolerância à ingestão de carne bovina. Nega uso de medicações. Em amenorreia há 6 meses. Ao exame ginecológico, observa-se muco cervical abundante fluido e cristalino, com filância de 8 cm. O quadro apresentado requer:

A
Medicação antidepressiva
B
Revisão cirúrgica
C
Vitaminas do complexo B
D
Antieméticos e orientação dietética
O hordéolo trata-se de:
Criança com 10 meses de idade vem à consulta por apresentar lesões de pele. Ao exame físico, observam-se eczema de couro cabeludo, lesões vinhosas difusas puntiformes incluindo palma das mãos e plantas dos pés, icterícia de pele e escleróticas e hepatoesplenomegalia. A principal hipótese diagnóstica é:
Menina de 17 anos, procura mastologista por nódulo palpável em mama direita com cerca de 15 mm. Preocupada em virtude da avó ter falecido por câncer de mama aos 67 anos. A rotina propedêutica para essa jovem consiste em:
Paciente do sexo masculino, 38 anos, pedreiro, casado, natural e procedente de Natal, é admitido em pronto-socorro queixando-se de dor abdominal difusa e febre alta, que se seguiu a sonolência. O acompanhante revela que o quadro se instalou nas últimas 48 horas e que o paciente é portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica. Ao examiná-lo, o médico evidencia sonolência, miose, taquisfigmia, temperatura de 38 graus centígrados, torpor. Não há sinais de irritação meningo-radicular. A ausculta cardiopulmonar não acrescenta novos dados. O exame abdominal revela ascite tensa. A intervenção terapêutica correta para esse caso é:
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