Questões na prática

Cirurgia

Cirurgia Geral

João, 58 anos, natural de Minas Gerais, hipertenso há 20 anos, chega à Emergência com dor abdominal aguda seguida por distensão e vômitos fecaloides, há 24 horas. História de cirurgia para apendicite aguda há 24 horas e doença diverticular. Exame físico: T.ax 36,5°C, PA 90 x 60 mmHg, FC 108 bpm, FR 28 irpm. Exames laboratoriais iniciais: hematócrito 45%, leucócitos 10.000/mm3, creatinina 1,6 mg/dL, ureia 78 mg/dL, K 4,9 mEq/l, Na 140 mEq/l. A conduta, após estabilização hemodinâmica, é:

A
cateterismo nasogástrico e tomografia computadorizada após 48 horas.
B
antibioticoterapia e reavaliação clínica em 72 horas.
C
laparotomia exploradora.
D
dieta zero e pró-cinéticos.
A biópsia de uma lesão pigmentosa medindo 1,0 cm de diâmetro na região dorsal de doente do sexo masculino deve ser, preferencialmente:
O efeito do anestésico local está diminuído na presença de:
O termo “partes moles” se refere ao tecido de suporte dos vários órgãos e às estruturas não epiteliais extraesqueléticas do tecido linfo-hematopoiético. Sobre esse tema julgue as informações abaixo: I.O diagnóstico clínico precoce do melanoma é o mais importante fator para o sucesso do tratamento. Devemos utilizar a regra do ABCD (assimetria, bordas, cor, diâmetro) e estarmos atentos a alterações no tamanho, forma ou cor em nevos pré-existentes. II. A Organização Mundial de Saúde classifica o melanoma segundo a fase de crescimento em dois grupos: fase de crescimento radial e vertical. No grupo de crescimento radial encontramos o melanoma nodular. No grupo de crescimento vertical encontramos o melanoma superficial, acral lentiginoso, melanoma tipo lentigo maligno e o melanoma in situ. III.O tratamento do melanoma é multidisciplinar e deve ser realizado após uma sistematização composta apenas por diagnóstico clínico e estadiamento com exames laboratoriais e de imagem. IV.Na biópsia de lesões suspeitas é fundamental que a amostra de pele seja retirada até tecido celular subcutâneo, já que a espessura vertical do tumor é o valor preditivo mais importante para o prognóstico, tratamento e seguimento.
No tratamento do choque hemorrágico secundário a trauma grave, o melhor sinal de restauração hemodinâmica bem sucedida é:
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