Questões na prática

Clínica Médica

Gastroenterologia

João, 58 anos, natural de Minas Gerais, hipertenso há 20 anos, chega à Emergência com dor abdominal aguda seguida por distensão e vômitos fecaloides, há 24 horas. História de cirurgia para apendicite aguda há 24 anos e doença diverticular. Exame físico: Tax 36.5°C, PA 90 X 60 mmHg, FC 108 bpm, FR 28 irpm. Exames laboratoriais iniciais hematócrito 45%, leucócitos 10.000/mm³, creatinina 1,6 mg/dl, ureia 78 mg/dl, K 4,9 mEq/I, Na 140 mEq/I. A causa mais provável do quadro abdominal agudo é:

A
tumor de colo ascendente
B
volvo de sigmoide
C
diverticulite
D
brida
Pensamentos recorrentes e insistentes, desagradáveis e contrários à índole do paciente, referem-se a:
Lactente, internado por disfunção respiratória grave ocasionada por obstrução respiratória alta, é portador de um hemangioma que ocupa a bochecha direita e parte do mento ipsilateral. A hipótese diagnóstica mais provável é a de obstrução respiratória por hemangioma gigante. A instalação de suporte ventilatório não invasivo não logrou sucesso, e a criança encontra-se sem falência respiratória. É decisão médica proceder com urgência a entubação traqueal sob visualização direta por fibroscopia, porém há possibilidade de sangramento importante, com risco de vida, durante o procedimento. Os pais foram informados da hipótese do procedimento, do risco e da provável necessidade de transfusão sanguínea, mas, em razão de sua orientação religiosa (Testemunhas de Jeová), não desejam que a criança receba transfusão, mesmo com os riscos envolvidos. Considerando os aspectos técnicos e ético-legais, o médico deve comunicar aos pais que:
Podemos afirmar sobre os pacientes queimados que:
Qual o fator mais frequente para abortamento espontâneo recorrente?
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