Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Juliana, 2 meses e 25 dias de vida, chega ao pronto atendimento com febre. A mãe relata que há 12 horas vem notando a criança muito “quentinha”. Ela sente-se insegura, Juliana é sua primeira filha e o pai está preso em Bangu I por tráfico e uso de drogas. Juliana nasceu de parto normal, realizado na emergência, pensando 3500 g. Não foi amamentada ao seio, usando exclusivamente fórmula láctea. A mãe não realizou pré-natal e perdeu a carteira de imunizações da filha. Exame físico: peso 5.100 g,T.ax 38,5°, FC 148 bpm, FR 40 irpm. Lactente ativa, sem sinais de irritação meníngea, eupneica, com pequena lesão cicatricial em região deltoide de braço direito. Demais aparelhos e sistemas sem aterações. Dentro da Estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, os sinais e sintomas de perigo para Juliana são:

A
não consegue mamar o peito, vomita tudo o que ingere, convulsões e letargia
B
vomita tudo o que ingere, convulsões, inconsciência e tiragem subcostal
C
tiragem subcostal, vomita tudo o que ingere, inconsciência e petéquias
D
petéquias, tiragem subcostal, não consegue mamar o peito e convulsões
O sulfato de magnésio é a droga de escolha para o controle das crises convulsivas ocorridas na eclâmpsia. Assinale a alternativa correta em relação a essa droga.
Na doença celíaca, o padrão ouro para seu diagnóstico é a biópsia intestinal que demonstra atrofia vilositária da mucosa jejuno-ileal, limitando a absorção de nutrientes. Na orientação nutricional específica, preconiza-se:
Pais de um lactente de 2 meses procuram o serviço médico, afirmando que a criança apresenta quadro de vômitos repetidos pós-alimentares há 1 mês, negando febre ou outros sintomas. Ao exame físico, o lactente encontra-se hipoativo, com desidratação moderada e é possível perceber pequena tumoração à palpação abdominal do epigástrio. Diante desse quadro, a hipótese mais provável para o diagnóstico, o exame complementar mais adequado e o tratamento são, respectivamente:
Em 2007, o país vivenciou duas situações epidêmicas: a Febre Amarela, na região Centro Oeste, e a Dengue, na cidade do Rio de Janeiro. O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, de abril de 2008, apresentava os seguintes dados sobre as duas doenças, relativos ao período de janeiro a março de 2008: Febre Amarela: 70 casos suspeitos notificados, 40 confirmados, entre os quais, 21 óbitos. Ocorrência em áreas silvestres da região Centro-Oeste (38) e Paraná (02). Dengue: 120.413 casos de dengue clássica notificados e 647 casos de dengue hemorrágica, com 48 óbitos. Casos distribuídos nacionalmente, com altas taxas de incidência nos Estados do Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro. Sobre esses eventos, é correto afirmar:
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