Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Juliana, 2 meses e 25 dias de vida, chega ao pronto atendimento com febre. A mãe relata que há 12 horas vem notando a criança muito “quentinha”. Ela sente-se insegura, Juliana é sua primeira filha e o pai está preso em Bangu I por tráfico e uso de drogas. Juliana nasceu de parto normal, realizado na emergência, pensando 3500 g. Não foi amamentada ao seio, usando exclusivamente fórmula láctea. A mãe não realizou pré-natal e perdeu a carteira de imunizações da filha. Exame físico: peso 5.100 g,T.ax 38,5°, FC 148 bpm, FR 40 irpm. Lactente ativa, sem sinais de irritação meníngea, eupneica, com pequena lesão cicatricial em região deltoide de braço direito. Demais aparelhos e sistemas sem aterações. Dentro da Estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, os sinais e sintomas de perigo para Juliana são:

A
não consegue mamar o peito, vomita tudo o que ingere, convulsões e letargia
B
vomita tudo o que ingere, convulsões, inconsciência e tiragem subcostal
C
tiragem subcostal, vomita tudo o que ingere, inconsciência e petéquias
D
petéquias, tiragem subcostal, não consegue mamar o peito e convulsões
Um paciente de 62 anos de idade, com dez dias de revascularização do miocárdio, foi mantido na UTI em função de arritmia. Encontra-se sob intubação orotraqueal, mas já em desmame, em pressão de suporte e recebendo nutrição parenteral. Passou a apresentar distensão e dor à palpação do abdome, principalmente em HCD. Apresenta febre e leucocitose. Considerando esse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e o exame a ser realizado.
Em relação ao refluxo vesico-ureteral primário da criança, podemos assinalar que:
Uma adolescente de 12 anos apresenta um nódulo na pálpebra inferior pela segunda vez no mês. Respondeu adequadamente ao tratamento com antibiótico oral no episódio anterior, e agora o nódulo não tem eritema ou enduração. Não há febre, alteração visual ou alteração conjuntival. A conduta mais adequada é:
Dentro da avaliação da doença arterial periférica, NÃO aceitamos que:
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