Questões na prática

Clínica Médica

Pediatria

Infectologia

Doenças Respiratórias

Lactente, 10 meses, previamente hígido foi internado com meningite. Liquor: diplococo gram-positivo. É mais provável que na cultura do liquor seja identificado:

A
Neisseria meningitidis.
B
Haemophilus influenzae do tipo b.
C
Listeria monocytogenes.
D
Streptococcus pneumoniae.
E
Escherichia coli.
Uma paciente de 24 anos, portadora de fibrose cística, é admitida no CTI com novo episódio de insuficiência respiratória aguda, provocado por pneumonia bacteriana comunitária. Ao exame clínico, a paciente encontra-se dispneica, hipotensa, taquicárdica e febril. O conjunto de dados clínicos e laboratoriais permite a definição da existência de sepse grave, razão porque após intubar a paciente e colocá-la sob assistência ventilatória, o plantonista do CTI considera a realização dos seguintes procedimentos: I) Colheita de hemoculturas; II) Colheita de secreção traqueal pra bacterioscopia e cultura; III) Início de antibioticoterapia de amplo espectro intravenosa; IV) Aquisição de acesso venoso profundo e resgate hemodinâmico guiado por metas; V) Administração de corticoide sistêmico em baixas doses; VI) Controle glicêmico rigoroso; VII) Profilaxia de lesão aguda gastroduodenal; VIII) Profilaxia de tromboembolismo pulmonar. Em razão das diretrizes internacionais regulamentadas pela Surviving Sepsis Campaign, o plantonista estabeleceu como suas 3 prioridades iniciais os seguintes procedimentos:
Escoliose congênita resulta do crescimento e desenvolvimento anormal da coluna vertebral, provavelmente devido a eventos intrauterinos. Pode ocorrer falta parcial ou completa de formação (vértebras em cunha ou hemi-vértebras), falta parcial ou completa de segmentação (barras unilaterais não segmentadas) ou uma combinação de ambos. Uma ou mais anomalias ósseas podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Visto que a coluna vertebral (incluindo os elementos neurais) e as vísceras são formadas em torno da 6ª semana no útero, os doentes com escoliose congênita têm frequentemente anomalias viscerais e intraespinhais associadas. Diagnosticada a anomalia congênita da coluna vertebral, o pediatra precisa descartar malformações em outros sistemas orgânicos. Há incidência maior para a concomitância de problemas no aparelho:
Mulher de 85 anos teve queda da própria altura há uma hora, queixa-se de intensa dor no quadril esquerdo e grande dificuldade para movimentar o membro inferior correspondente. AP: Diabetes mellitus e hipertensão arterial. Exame ortopédico: discreta rotação externa do membro inferior esquerdo e muita dor do quadril à movimentação passiva. RX da bacia: intensa osteoporose e fratura do colo do fêmur esquerdo, com acentuado desvio. O tratamento indicado é:
Mulher, 40 anos, previamente hígida. HMA: foi encontrada desacordada em uma fazenda distante com diversas cartelas vazias de diazepam ao seu lado. Após cinco horas, chegou ao PA. EF: REG, eupneica, acianótica, anictérica, afebril, escala de Glasgow: 13; 2 bulhas rítmicas, normofonéticas, sem sopros, FC: 90 bpm, PA: 110/70 mmHg; abdome sem alterações; murmúrio vesicular presente e simétrico, sem ruídos adventícios, FR: 16 ipm, SatO2: 92%. A conduta mais adequada é:
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