Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Lactente de dois anos, eutrófico, é atendido na emergência com quadro de oligúria e edema de membros inferiores. A mãe relata que há quinze dias a criança apresentou diarreia aguda que evoluiu em dois dias para diarreia sanguinolenta. Os exames laboratoriais demonstram densidade urinária baixa, proteinúria mais, anemia e trombocitopenia moderadas ureia e creatinina séricas elevadas. A coprocultura para E. coli enteropatogênica é negativa. Com base nesses dados, o diagnóstico mais provável é:

A
doença de Berger.
B
síndrome nefrótica
C
síndrome hemolítico-urêmica
D
púrpura de Henoch-Schönlein.
Recém-nascido termo, parto vaginal e peso de nascimento de 3658g está em observação em alojamento conjunto no seu primeiro dia de vida. Paciente não apresenta achados patológicos ao exame clínico e está com boa aceitação do aleitamento materno exclusivo. Mãe apresenta carteira de pré-natal na qual está relatada sorologia positiva para toxoplasmose em coleta realizada no terceiro trimestre de gestação e negativa em coleta realizada no segundo trimestre. Sobre o caso é correto afirmar:
Paciente de 74 anos, asmático, dá entrada na emergência com dispneia. Refere ao médico que tem glaucoma e que vem tendo dificuldade de controlar a pressão intraocular nos últimos meses. Por esse motivo, a droga de uso inalatório, via nebulização, que deverá ser EVITADA é:
Dentro do Programa Saúde na Escola (PSE), as ações do projeto Olhar Brasil, que objetivam contribuir para a redução das taxas de repetência e evasão escolares e facilitar o acesso da população à consulta oftalmológica e a óculos corretivos, sugerem, dentre outros, o seguinte critério para encaminhamento prioritário ao profissional da área:
Um paciente de 64 anos vinha fazendo rastreamento para o câncer de próstata anualmente. Apresentava queixas de sintomas obstrutivos do trato urinário inferior de discretas para moderadas. O PSA oscilava em torno de 1,0. O toque retal mostrava próstata e 30 g, lisa, parenquimatosa, sem nódulos. No último retorno, um ano após o último exame, os sintomas praticamente não se alteraram. O toque retal mostrou a próstata com as mesmas características anterior e o PSA 2,4. Com esses dados, qual seria a sua conduta?
Compartilhar