Questões na prática

Pediatria

Doenças Respiratórias

Lactente, dois meses, chega ao Serviço de Emergência por apresentar tosse há duas semanas. A mãe nega febre. Pré-natal regular, sem intercorrências. Parto normal, alta em 48 horas, PN = 3.200 g. Aleitamento materno exclusivo. Ela relata que o RN aos 15 dias apresentou conjuntivite, com secreção purulenta. O exame físico revela criança em bom estado geral, afebril, taquipneico (FR = 60), acianótico. Estertores e sibilos à ausculta pulmonar. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação e infiltrados intersticiais difusos. O agente etiológico mais provável é:

A
Pneumococos.
B
Pneumocystis carinii.
C
Chlamydia trachomatis.
D
Adenovírus.
E
Mycoplasma pneumoniae.
Uma das principais limitações do teste de sangue oculto nas fezes para o rastreamento do câncer colorretal é:
Uma menina de 12 anos tem história de dor abdominal progressiva e retenção urinária há “alguns meses”. Está afebril e todos os sinais vitais são normais. Observa-se e palpa-se uma massa, que ocupa a pelve e o hipogástrio. É feita inicialmente a hipótese de “bexigoma”, sendo a criança submetida a cateterismo vesical, com saída de 700 mL de urina clara. No entanto, persiste a massa ocupando pelve e hipogástrio. Diagnóstico mais provável:
De acordo com as novas recomendações da Academia Americana de Cardiologia (American Heart Association), qual a relação de compressões torácicas e ventilação que deve ser utilizada para realizar a reanimação de pacientes (crianças acima de 1 ano e adultos) na presença de apenas 1 socorrista (compressões:ventilação)?
Fumante desde a juventude, uma artesã de 35 anos tinha febre, dor abdominal e massa palpável no flanco direito. Uma RMN sugeriu carcinoma de células renais, o que foi referendado pela histopatologia. Com o avúnculo, ela aprendera a esculpir figuras indígenas em toras de madeira reciclada. No cenário acima, o dado clinicoepidemiológico que indubitavelmente está em consonância com a história natural clássica do tumor é:
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