Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Neurologia

Leia o caso clínico a seguir. Uma paciente de 25 anos, do sexo feminino, com diagnóstico prévio de migrânia com aura, apresentou piora das crises e se automedicou com sumatriptano em uso contínuo por 10 dias e, apesar da melhora da dor, a paciente evoluiu com parestesia seguida de hemiparesia esquerda de predomínio braquiofacial, hiper-reflexia, Hoffmann e Babinski à esquerda, sem alterações sensitivas ou da consciência e com coordenação preservada, sem rigidez de nuca e demais pares cranianos normais. Essa paciente é obesa e dislipidêmica, sem outras comorbidades. Com base nesses dados clínicos, o diagnóstico topográfico neurológico e a hipótese diagnóstica principal são, respectivamente:

A
Território de artéria cerebral média direita e doença vascular encefálica isquêmica.
B
Território de artéria comunicante anterior e hemorragia subaracnoidea.
C
Território de artéria cerebral anterior direita e doença vascular encefálica hemorrágica.
D
Território de artéria cerebral posterior direita e infarto migranoso.
Uma adolescente de 13 anos procurou a Unidade Básica de Saúde acompanhada de sua genitora, com queixas de prurido e vermelhidão ocular. Apresenta secreção ocular clara, sem formação de crostas. O exame ocular no momento é normal, exceto por uma leve injeção bilateral da conjuntiva. Qual será o tratamento mais apropriado nesse caso?
Paciente de 40 anos, com distúrbio progressivo de deglutição há 1 ano, fez manometria de esôfago com detecção de aperistalse de corpo esofagiano e hipertonia de esfíncter inferior de esôfago. O diagnóstico provável é:
Você é médico da equipe 12 na UBS Vila Matilde. Uma família que mudou recentemente para a sua área adscrita vem à Unidade para uma primeira avaliação. O casal Denis e Lucimar e sua filha Maraisa de 17 anos, todos assintomáticos e com desejo de uma "avaliação de rotina". Denis, 48 anos, questiona sobre a necessidade de realizar o exame de toque retal para prevenir câncer de próstata. Nega queixas urinárias ou história familiar de câncer. Nesse caso, qual deve ser a sua orientação?
Dados maternos: 15 anos / 04 consultas de pré-natal/ DUM: 30/03/2015 / USG (11/05/2015): 8 semanas. Doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), em uso de metildopa 250 mg 8/8 h nas últimas 2 semanas. Nega outras patologias na gestação. Uso de sulfato ferroso e ácido fólico na gestação. Sorologias 2º trimestre: HIV, VDRL, Hepatite B e C, Toxoplasmose - negativas. Rubéola e CMV imune. Dados do parto: Data: 02/12/2015 22h Parto Cesárea/DHEG Amniorrexe: 24h Peso nascimento: 1980g IG (capurro): 37s. Logo ao nascer, o RN foi imediatamente avaliado pelo médico responsável pela assistência em sala de parto, que observou o seguinte quadro: FC: 80 bpm, apnéia, hipotonia generalizada, ausência de reflexos e extremidades cianóticas. Foi mantido calor radiante sobre o RN, posicionada a cabeça de forma adequada e aspirado as vias aéreas, porém, ao final dos primeiros 30 segundos de vida o RN ainda mantinha o mesmo quadro. De acordo com o Programa de Reanimação Neonatal, qual deve ser a próxima conduta do médico?
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