Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

Lígia, 22 anos, é atendida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Maré com dor pélvica súbita e crescente e febre de 37,5°C. Última menstruação há 25 dias e vida sexual inativa há 2 meses. Traz ultrassonografia abdominal recente que mostra tumor anexial de 12cm de diâmetro, cístico e baixa perfusão à dopplerfluxometria. O diagnóstico provável é:

A
Cisto de corpo lúteo
B
Doença inflamatória pélvica
C
Gravidez ectópica
D
Torção de anexo
Criança de 7 dias de vida, nascida em domicílio com auxílio de parteira, é trazida ao hospital com tumefação em região inguinal direita. O exame clínico mostra uma hérnia inguinal direita facilmente redutível, sem sinais flogísticos e sem criptoquirdia concomitante. Pode-se afirmar:
Pré-escolar de 3 anos é atendido com tosse produtiva, principalmente noturna, e obstrução nasal há 15 dias. A mãe refere infecção de vias aéreas superiores no início do quadro. O diagnóstico provável é:
Paciente, sexo feminino, 25 anos de idade, com fissura anal posterior crônica, já tendo feito uso de formadores de bolo fecal, nifedipina e nitrato tópicos anais, sem melhora. Realizou manometria anorretal com acentuada hipertonia esfincteriana. A conduta CORRETA a ser tomada é:
Paciente, 4 anos de idade, em tratamento para HIV, iniciou um quadro de tosse persistente há um mês, febre diária e inapetência.Tem histórico de a genitora ser também portadora do HIV em tratamento para BK. O RX de tórax mostra imagem de condensação em PD. Fez uso de amoxacilina com clavulonato potássico sem melhora clínica e radiologia. O PPD foi não reator. BAAR negativa em uma amostra. A melhor conduta, nesse caso, é:
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