Questões na prática

Pediatria

Neuropediatria

Lucas, 7 meses, não está mais sendo amamentado, pois sua mãe Nicole mudou-se para São Paulo, deixando o bebê sob os cuidados da avó. Lucas nasceu de parto normal, com 35 semanas de gestação, pesando 2.300 gramas. Vivem em casa própria (de material aproveitado) no Pirambu (bairro da periferia de Fortaleza), a avó, 2 filhas solteiras, Lucas e mais 3 crianças de 2, 3 e 5 anos. A renda mensal da família são R$ 150,00 reais que uma das filhas recebe como “flanelinha”. Ao avaliar o desenvolvimento de Lucas, o médico observou que a criança era capaz de alcançar um brinquedo, levava objetos à boca, localizava sons fora de seu campo de visão, rolava na superfície de apoio e sentava-se sem apoio. Como o médico de família pode classificar o desenvolvimento de Lucas?

A
Desenvolvimento normal com fatores de risco.
B
Provável atraso no desenvolvimento.
C
Desenvolvimento normal sem fatores de risco.
D
Os dados não possibilitam ao médico de família realizar o diagnóstico.
Mulher de 85 anos, hipertensa, com fibrilação atrial (FA) permanente, recentemente internada por insuficiência cardíaca. Com relação à FA, a conduta DEVE SER:
São doenças ou agravos de notificação compulsória:
Um lacônico pedido de parecer, enviado por colega de outro hospital público, traz a você um comerciário de 29 anos. A razão do encaminhamento foi “aumento da AST (TGO)”. Não há história anterior de doença do fígado e, no hepatograma, a ALT (TGP) está normal. A origem desse aumento da AST deve ter, como primeira hipótese, vínculo com:
D. Rosa, 62 anos, hipertensa, desde os 45 anos, com uso regular de anti-hipertensivos, apresentou subitamente um quadro de amaurose fugaz resultando em perda da visão monocular transitória. A causa mais frequente deste quadro é:
Compartilhar