Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Lucia tem 27 anos e sua mãe Vera, 55 anos. Há dois meses Vera notou durante autoexame um nódulo em mama esquerda que após investigação teve como diagnóstico carcinoma ductal infiltrante de mama. Lucia lembra que sua avó materna, Isadora também foi portadora de câncer de mama e morreu após três anos do tratamento cirúrgico. Com estas informações o Dr. Julio, mastologista responsável pelo caso, resolve investigar a possibilidade de Lúcia também desenvolver a mesma patologia fazendo pesquisa genética para identificação de mutações que possam indicar tal risco. Este estudo é realizado inicialmente em Vera e posteriormente em Lucia e em ambas o resultado foi semelhante, com a presença de mutação tipo BRCA-1. A presença de BRCA-1 positivo em Vera e Lúcia tem, para Lucia, os significados principais de:

A
ausência de risco aumentado para desenvolver câncer de mama / BRCA-1 ligado ao desenvolvimento de câncer de ovário.
B
risco menor que o da população geral para desenvolver câncer de mama / BRCA-1 é fator protetor no desenvolvimento do câncer de ovário.
C
pequena elevação no risco de desenvolver câncer de mama / BRCA-1 ligado ao carcinoma ductal infiltrante limitado, bem diferenciado e receptores hormonais positivos.
D
aumento de até 85% no risco de desenvolver câncer de mama / BRCA-1 ligado ao carcinoma ductal infiltrante invasivo, mal diferenciado e receptores hormonais negativos.
Mulher de 42 anos em tratamento de artrite reumatoide com metrotexate há 6 meses apresenta grande probabilidade de desenvolver que tipo de anemia?
Uma paciente do sexo feminino, 7 anos de idade, há 8 meses queixa-se de dores nas coxas e fossas poplíteas, cerca de 3 episódios ao mês, surgindo mais frequentemente ao fim da tarde ou à noite; acorda pela manhã sem dor. Ao exame físico: Peso = percentil 75 para a idade. Frequência cardíaca = 82 bpm. Ausculta cardíaca: RCR 2T BNF sem sopros. Ausculta pulmonar: MV presente sem RA. Abdome: sem alterações. Osteoarticular: sem edemas, sem dor à palpação ou mobilização. Exames iniciais: Hemograma normal; VHS (velocidade de sedimentação das hemácias) = 14 mm/h; ASLO (anticorpo antiestreptolisina O) = 520 UI/ml; radiografia de membros inferiores sem alterações. A conduta correta a ser seguida pelo Pediatra Geral:
Você, médico, está andando na praia e encontra uma criança de, aproximadamente, 5 anos, desacordada na beira do mar. Ela está cianótica, respiração agônica, secreção abundante em boca, sem pulsos. Olha ao redor e percebe que está sozinho. No caso descrito você encontrou um colega seu que estava por perto e que o ajudou até o SAMU chegar. O médico da equipe do SAMU não conseguiu entubar o paciente e usou uma máscara laríngea. O paciente continuou sem pulso e em parada cardíaca; mesmo após as ventilações e compressões torácicas conseguiram um acesso intraósseo (IO) para a administração de medicação. Responda, respectivamente: qual a relação compressão/ ventilação usada por você e seu colega; a relação compressão/ventilação utilizada com o paciente, usando a máscara laríngea, qual a droga de primeira escolha a ser utilizada e a dose pela via IO?
Considere um paciente apresentando dor torácica, febre e expectoração purulenta há uma semana. O exame radiológico do tórax mostra uma consolidação alveolar no lobo superior direito e derrame pleural à direita. Efetua-se uma punção pleural cujo líquido se mostra amarelo claro e com os seguintes resultados de laboratório: densidade = 1025, proteínas de 3,5 g%, LDH de 500 UI/l, glicose de 70 mg/dl, pH de 7,3 e predomínio de polimorfonucleares com bacterioscopia e cultura negativas. Qual a melhor conduta terapêutica em relação ao derrame pleural?
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