Questões na prática

Clínica Médica

Ginecologia e Obstetrícia

Cardiologia

Ludmila tem 33 anos, é negra e se encontra na sua 3ª gravidez. Procurou atendimento, na 36ª semana de gestação, com dispneia progressiva aos esforços, tosse seca, ortopneia e dispneia paroxística noturna. O exame físico demonstrou ictus desviado à esquerda, com 2 polpas digitais, B4 audível no foco mitral, estertores bolhosos e edema com cacifo nos membros inferiores. A radiografia de tórax evidenciou cardiomegalia com congestão hilar. Foi aventada a hipótese de miocardiopatia periparto. Das opções de tratamento abaixo, aquela que se demonstra útil no aumento da sobrevida de Ludmila, sem oferecer riscos para a sua gravidez, é:

A
enalapril e espironolactona.
B
digoxina e furosemida.
C
nesiritide e atenolol.
D
hidralazina e nitrato.
Uma paciente com 50 anos vem para resultado de mamografia de rastreamento, mas refere ter percebido um nódulo em seu autoexame de rotina há uma semana. Ela foi orientada a levar seu exame do ano anterior para comparação. Os laudos observados são: Exame atual: BIRADS II pela presença de calcificações de aspecto arredondado. Exame do ano anterior: BIRADS I. A melhor orientação após o exame clínico, no qual foi confirmada a presença de um nódulo palpável, é:
Adolescente do sexo feminino de 12 anos de idade vem para consulta por estar apresentando no último mês quadro de agitação, dificuldade de concentração e queda no rendimento escolar. Apresenta, ao exame físico, sudorese, taquicardia, emagrecimento, mãos úmidas e quentes, tremores finos de extremidades e aumento de volume em região cervical anterior, doloroso à palpação. A principal hipótese diagnóstica é:
Paciente de 35 anos que recebeu transplante de fígado desenvolve febre e sinais meníngeos. O exame de líquor demonstrou sinais compatíveis com infecção fúngica. Qual é a causa mais comum de meningite fúngica nesse caso?
São características da síndrome hepatorrenal, EXCETO:
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