Questões na prática

Pediatria

Mal saído da adolescência, um estudante cê-dê-efe viu seus sonhos serem abalados por um inesperado problema físico. Uma ressonância magnética selou que as fortes dores, que o afligiam há duas semanas, eram causadas por um osteossarcoma. Um fato alentador foi a ausência de metástases, sendo-lhe proposta uma combinação de quimioterapia e cirurgia. Quanto à localização, esse tumor ósseo incide preferencialmente em:

Paciente de 35 anos, fumante, assintomático, é encaminhado para avaliação de lesão expansiva mediastinal detectada em exame radiológico do tórax de rotina. A tomografia computadorizada demonstra lesão arredondada de 6 centímetros de diâmetro, sólida, com limites bem definidos, situada no mediastino posterior junto à goteira paravertebral esquerda ao nível do quarto arco costal. Qual a hipótese diagnóstica mais provável no caso?
Seu José, 74 anos, tabagista, 60 Kg, com hipertensão arterial há 4 anos e claudicação intermitente há 11 meses. Usava sinvastatina para hipercolesterolemia, atenolol e hidroclorotiazida, porém a pressão arterial mantinha-se em 190/115 mmHg, com creatinina sérica de 1,5 mg/dL. Foi introduzido captopril 75 mg/dia, sem ser conseguido o controle da pressão arterial. Portanto, foi aumentada a dose de captopril para 150 mg/dia. Após 10 dias, retorna para reavaliação com PA = 138/80 mmHg, FC = 96 bpm, com a presença de frêmito epigástrico, sem dor abdominal. Não apresentava edema em membros inferiores, nem alteração da cor dos pés. Pulsos poplíteos normais e pediosos diminuídos. Exames: ureia = 90,0 mg/dL; creatinina sérica = 3,6 mg/dL; K = 5,6 mEq/L; EAS = densidade 1018, traços de proteínas, sem sangue, exame do sedimento normal. A primeira conduta mais adequada para esse paciente é:
São características da síndrome hepatorrenal, EXCETO:
Paciente sexo feminino, 45 anos relata descarga mamilar. Em quais características da descarga deve-se prosseguir a investigação:
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