Questões na prática

Pediatria

Pediatria Geral

Menino, 13 anos de idade, vem à consulta porque se acha baixo e pouco desenvolvido para sua idade. A história alimentar é satisfatória. Mãe mede 160 cm, pai é falecido com altura desconhecida. Ao exame: bom estado geral, hidratado, tireoide palpável, de tamanho e consistência normais, ausculta cardíaca e pulmonar normais, assim como o exame do abdome. Temperatura axilar = 36,8°C; PA = 110 X 70 mmHg; estadiamento puberal de Tanner: P1G2. Encontra-se no percentil 10 da curva de altura para idade e entre os percentis 5 e 10 da curva de peso para idade. A conduta mais adequada nesse caso é:

A
solicitar radiografia de mão, punho e crânio e marcar retorno para três meses para avaliar velocidade de crescimento.
B
solicitar radiografia de mão, punho e crânio, testes para avaliação da função tireoidiana e de hormônio do crescimento e avaliar intervalo do retorno para verificar os resultados dos exames.
C
não solicitar exames nesta consulta e marcar retorno em 2 meses para avaliação da velocidade de crescimento.
D
não solicitar exames nesta consulta e marcar retorno em 6 meses para acompanhar crescimento e desenvolvimento.
Uma paciente feminina, 24 anos, apresenta constipação intestinal que se acentuou durante a gravidez. Procura atendimento devido à dor anal intensa durante a evacuação, que persiste por horas. Apresenta sangramento vivo sobre as fezes. Qual sua hipótese diagnóstica e sua conduta inicial?
Paciente, 52 anos de idade, G4P3A1, queixa-se de sangramento pós-coital há 7 meses. Relata, ainda, fluxo genital com mau cheiro há 15 dias. Coitarca aos 15 anos. Relata passado de sífilis e ser tabagista desde os 17 anos, fumando atualmente uma carteira por dia. Ao exame físico, TA: 100 x 70 mmHg, PR: 80 bpm. Exame segmentar sem alterações. Exame especular revela lesão exofítica de 2,0 cm em lábio anterior do colo uterino. São fatores para câncer de colo uterino, EXCETO:
A alternativa que NÃO É um dos critérios clínicos para o diagnóstico da síndrome do antifosfolípide é:
Alguns pacientes pediátricos apresentam, como complicação a longo prazo da bronquiolite viral aguda, a hiperreatividade brônquica. A causa da ocorrência desta situação é:
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