Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Obstetrícia

M.G.M., 28 anos, GIPOAO, com 40 semanas em trabalho de parto. Apresenta medida do fundo uterino de 38 cm. Na palpação abdominal observa-se hipersistolia, taquissistolia, limite evidente entre o segmento superior e inferior, ligamentos redondos tensos e dolorosos. Ao toque vaginal observa-se colo uterino dilatado 4 cm, ODP; plano -3 De Lee, bolsa íntegra. O diagnóstico é:

A
Placenta prévia.
B
Parto obstruído.
C
Distocia cervical.
D
Inversão do triplo gradiente descendente.
E
Apresentação anômala.
São diuréticos poupadores de potássio:
Paciente teve a perna esmagada sob motocicleta durante 5h, com fraturas da tíbia e fíbula. Inicialmente foi tratado com gesso, evoluindo com dor intensa. Este aparelho foi bivalvado, porém a dor não melhorou. Após 4 meses, o exame físico mostrou deformidade do pé com 45 graus de equino e varo e mínima capacidade de extensão dos dedos e tornozelo. O pé é doloroso à carga. Baseado na história e exame clínico, qual deveria ser o melhor diagnóstico:
No Brasil, a prevalência da sífilis congênita é de 1 caso para cada 1.000 nascidos vivos, taxa elevada segundo a OMS. Na ausência de pré-natal efetivo, a possibilidade de ocorrerem parto prematuro, morte neonatal e infecção assintomática ou mesmo sintomática é muito grande. Com base nestes dados, considere as assertivas abaixo.I - Sorologia continua sendo o método preferencial para o diagnóstico.II - O tratamento da gestante até a 30ª semana de gestação previne o desenvolvimento de sífilis congênita.III - Títulos persistentes de VDRL após 12 meses de vida sugerem necessidade de reavaliação do paciente. Quais são corretas?
Recém nascido de parto normal, a termo, pesando 3250g e medindo 50 cm, apresenta, após os 30 segundos dos passos iniciais do fluxograma de atendimento em sala de parto, frequência cardíaca 120bpm, choro fraco, hipotonia e cianose generalizada. Diante deste bebê, qual a conduta preconizada de acordo com o Programa de Reanimação Neonatal (SBP)?
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