Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Paciente com 42 anos de idade, com ciclos menstruais regulares, procurou atendimento com queixa de dor em fossa ilíaca direita, há 6 meses, de leve a moderada intensidade, diária. O exame clínico ginecológico não evidenciou alterações significativas. O ultrassom evidenciou cisto ovariano à direita, sugestivo de teratoma e CA 125 = 4,0. Foi submetido à laparoscopia, com ooforectomia direita, e o exame anatomopatológico intraoperatório evidenciou diagnóstico de carcinoma de ovário. Sabe-se que nesses casos está indicada a realização de estadiamento cirúrgico, no mesmo ato, o que inclui histerectomia e ooforectomia contralateral. Do ponto de vista ético, qual a conduta mais adequada do cirurgião?

A
Realizar o estadiamento cirúrgico mesmo que o paciente não tenha consentido previamente, visto que se trata de doença maligna, com evidente risco de vida.
B
Realizar o estadiamento cirúrgico somente se a paciente tiver sido informada previamente sobre essa possibilidade e consentido com o procedimento, caso contrário, deverá complementar a cirurgia em outro tempo.
C
Realizar o estadiamento cirúrgico obtendo o consentimento verbal da paciente, no intraoperatório, posto que a paciente está acordada. Sob anestesia requidiana.
D
Realizar o estadiamento cirúrgico após informar o marido da paciente na sala de espera, e obtendo o consentimento dele, visto que se trata de doença maligna, com evidente risco de vida.
Em relação ao trauma torácico: I- A drenagem inicial de 1500 ml de sangue em um paciente com hemotórax traumático é indicação absoluta de toracotomia de urgência. II- Em pacientes com tórax instável, a principal responsável pelo comprometimento respiratório costuma ser a contusão pulmonar associada. III- A toracotomia, na sala de emergência, está indicada para pacientes com trauma torácico contuso, que chegam com atividade elétrica miocárdica, sem pulso. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Uma criança de 8 anos de idade sofre um ferimento perfurante plantar com prego enferrujado. A mesma recebeu 3 doses da vacina DTP no primeiro ano de vida, 1 dose aos 15 meses e uma dose aos 5 anos. Que conduta deve ser adotada para profilaxia do tétano nesse caso?
Num lactente de 4 meses, sexo masculino, com história de febre baixa há 2 dias, olhos avermelhados e hiporexia. Há 7h iniciou com choro intenso acompanhado de vômitos e irritabilidade. Apresenta-se pálido, irritado, afebril, olhos encovados e com discreta hiperemia conjuntival, saliva escassa, FC: 160 bpm, FR: 50 rpm, abdome distendido e com aumento dos ruídos hidroaéreos. Ao toque retal observa-se a presença de muco sanguinolento. Qual(is) a(s) conduta(s) mais apropriada(s)?
Homem, 37 anos de idade, com diagnóstico prévio de urolitíase, com dor lombar à direita há 20 dias, fazendo uso de diclofenaco, evoluiu há 48 horas com piora da dor abdominal, com náuseas, vômitos e redução do volume urinário. Exames de laboratório mostram ureia: 120 mg/dl, creatinina: 3,0 mg/dl, hemogasimetria arterial: pH: 7,33; HCO3: 11 mEq/l; PCO2: 26 mmHg, PaO2: 87 mmHg. BE: -4; Cl: 106 mEq/l, Na: 140 mEq/l, SaO2: 94%. K: 6,0 mEq/l; glicemia: 104 mg/dl. Cálcio: 8,5 mg/dl. Sódio urinário em amostra isolada: 19 mEq/l. A ultrassonografia de abdome mostra dilatação pielocalicial à direita, sem outras alterações. No tratamento desse paciente, a medida mais importante é:
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