Questões na prática

Clínica Médica

Pneumologia

Hematologia

Mulher, 56 anos, assintomática até então, quando há sete dias apresentou confirmada trombose venosa profunda (TVP) de membro inferior direito. Antecedente de TVP no puerpério imediato da segunda gestação, aos 23 anos. Nega antecedentes familiares dignos de nota. Exame físico evidenciando edema ++/4+ bilateral de membros inferiores, assimétrico e mais acentuado à direita com sinal da bandeira e Homans positivo à direita. LABORATÓRIO: Creatinina = 0,9 mg/dL (0,6-1,2) e Ureia = 20 mg/dL (20-40) Exame de urina: Proteínas: ++/4+; Cetona e sangue ausente Sedimento urinário = Hemácias: 4 000/mL e Leucócitos: 2 000/mL Hemograma sem alterações dignas de nota. Baseado nas informações, assinale a alternativa correta, em relação ao seu primeiro passo diagnóstico, após a instituição da anticoagulação.

A
Dosagem de proteinúria em urina de 24 horas, albumina plasmática e perfil lipídico.
B
Pesquisa de trombofilia congênita por meio de dosagem de Antitrombina III e de proteína C e S.
C
Pesquisa de resistência à proteína C ativada, fator V de Leiden.
D
Pesquisa de doença mieloproliferativa e presença de anticorpo anti-fosfolípide.
E
Dosagem de fibrinogênio plasmático e Fator Inibidor do Plasminogênio.
Mulher com 20 anos de idade procura o pronto-socorro, acompanhada de seus pais, com queixas de taquicardia, dispneia, sensação de sufocamento, tontura e tremores há aproximadamente uma hora. A cliente relatou que estava tranquilamente em sua residência assistindo televisão, quando subitamente sentiu um desconforto, com os sintomas aqui relatados, que duraram aproximadamente vinte minutos. A remissão completa ocorreu anteriormente à sua chegada ao pronto-socorro. Embora a paciente estivesse muito preocupada de correr risco de morte, sua mãe informou que nas últimas três semanas esse quadro ocorreu por três vezes, sendo atendida nesse mesmo hospital, onde houve uma investigação clínica, sem a constatação de qualquer alteração. Qual o diagnóstico mais provável?
É considerado condição de baixo risco para complicações pulmonares no pós-operatório:
Paciente de 44 anos, sexo masculino, apresenta dor na região anal há 3 dias, além de tumoração local e febre não aferida. Nega vazamento de secreção purulenta ou sangramento local. Hábito intestinal diário, sem alterações. Ao exame físico, observa-se turnoração na borda anal de aproximadamente 3 cm de diâmetro, endurecida, com aumento de temperatura e hiperemia. O toque retal é doloroso, mas sem outras alterações. A conduta adequada é:
Adolescente de 15 anos, sexo feminino, é levada ao ambulatório por seus pais, preocupados com sua magreza. Relatam que a filha apresenta medo intenso de ganhar peso, analisa todas as calorias dos alimentos que vai ingerir, está sempre procurando sites de alimentação na internet com objetivo de se manter abaixo de 40 kg. Exame físico: emagrecida; palidez cutâneo-mucosa; P: 39,5 kg (abaixo de pB); altura: 1,58 m (p50); IMC: 15,8; FC: 48 bpm; Tax.: 36°C; PA: 100 x 65 mmHg. Estadiamento de Tanner: M4P4. A hipótese diagnóstica mais provável é:
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