Questões na prática

Clínica Médica

Endocrinologia

Cardiologia

Mulher com 51 anos de idade é internada devido a falta de ar, tosse e emagrecimento não quantificado, negando febre, dor torácica ou edemas. Há 7 anos mastectomia por Ca, fazendo quimio e radioterapia. Diabética e hipertensa há 12 anos usando IECA. Hipotireoidismo há 1 ano, em uso irregular de 25 mcg de Puran t4. Coração em RR de 3 tempos ( B4). V e FTV abolidos em 2/3 inferiores do hemitórax direito.PA: 110 x 70 mmHg deitada e após 3 minutos de pé; FR: 24 irpm; FC 66 bpm. Ecocardiograma com derrame pericárdico importante e leve disfunção sistólica de VE, sem outras anormalidades de monta. São hipóteses diagnósticas prováveis, EXCETO:

A
Tamponamento cardíaco.
B
Adenocarcinoma metastático.
C
Tuberculose.
D
Hipotireoidismo.
E
Hipoalbuminemia.
Sobre o transplante de órgãos abdominais, assinale a alternativa INCORRETA:
Homem, 55a, refere disfagia esporádica há 7 meses, principalmente para alimentos secos. Nega emagrecimento. Exame físico: normal. Endoscopia digestiva alta: tumor submucoso medindo 2,0 cm, com mucosa íntegra e coloração semelhante à mucosa adjacente, localizado a 26 cm da arcada dentária superior. Biópsia: mucosa de esôfago, sem particularidades. A HIPÓTESE DIAGNÓSTICA É:
A assertiva verdadeira sobre a resposta metabólica ao trauma é a seguinte:
Mulher de 35 anos comparece pela sexta vez, no intervalo de dois meses, à consulta com seu médico de família e comunidade com queixa de dor torácica em pontadas que piorava com estresse emocional e melhorava com massagem local com cânfora. Havia abandonado o emprego como diarista, pois as dores eram intensas. A paciente apresentava, como histórico, queixas de dor muscular generalizada, artralgias, dor torácica em pontadas, disúria, diarreia, sensação de plenitude gástrica, irregularidade menstrual, fraqueza de membros inferiores e amnésias. Apresentou receitas médicas com prescrição de paracetamol, omeprazol e soro de reidratação oral. Os sintomas e sinais iniciaram-se há oito anos com piora progressiva. O exame clínico, os exames laboratoriais, o ECG e a radiografia de tórax não apresentavam alterações dignas de nota. Levou à consulta uma tomografia computadorizada de crânio (realizada após consulta com neurologista através do plano de saúde, há três meses) considerada normal. Apesar de exames sem alterações, o médico ficou confuso e irritado, pois a paciente e sua família estavam em real sofrimento psíquico com o quadro e cobraram um “diagnóstico e tratamento”. Qual a hipótese diagnóstica mais provável no caso acima?
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