Questões na prática

Ginecologia e Obstetrícia

Ginecologia

Mulher de 31 anos queixa-se de que no período de 7 a 10 dias antes de menstruar apresenta labilidade afetiva e irritabilidade intensa, levando a conflitos familiares e profissionais. Refere também humor depressivo com sensação de desolação, ansiedade marcante e sensação constante de cansaço, além de edema mamário (leve) e mastalgia neste período, isso ocorre na maioria dos ciclos menstruais e melhora logo após o início do fluxo menstrual. Pode-se afirmar que:

A
é provável tratar-se de uma depressão endógena que se exacerba no período pré-menstrual.
B
diurético tiazídico em baixa dose apresenta excelente indicação para a terapêutica deste caso.
C
essa paciente não necessita de tratamento específico, pois é uma situação comum à maioria das mulheres.
D
o uso de inibidor da recaptação da serotonina estaria bem indicado neste caso.
E
o uso de benzodiazepínicos ou da buspirona poucos dias antes da menstruação está contraindicado devido ao risco de dependência.
Na Artrite Reumatoide, drogas modificadoras do curso da doença devem ser indicadas logo no início do tratamento, não havendo superioridade significativa de nenhuma destas. Entretanto, a toxicidade destas drogas deve ser monitorada da seguinte forma:
Homem de 47 anos, com história de pancreatite alcoólica, chega ao setor de emergência com sintomas de tonteira, fadiga, desconforto abdominal leve e hematoquezia profusa. Relata diarreia, com fezes negras nas últimas duas semanas. Etilista crônico, estando em abstinência há quatro anos. Faz uso atual de acetaminofen, metoclopramida, lansoprazol, enzimas pancreáticas exógenas e octreotide, 100 mg subcutâneo três vezes ao dia. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Ao exame físico apresenta pressão arterial de 69/37 mmHg, com hipotensão postural, taquipneia, com frequência de 24 irpm, sem esforço respiratório. Na avaliação inicial encontra-se pálido e fraco, com mucosa oral hipo-hidratada. Exame cardiopulmonar normal, exceto pelas alterações dos sinais vitais. Exame abdominal com dor leve em epigástrio e quadrante superior esquerdo, sem sinais de irritação abdominal; apresenta distensão leve, com exacerbação do peristaltismo abdominal. Toque retal revela fezes escurecidas no reto. Exames laboratoriais revelam hemoglobina de 3.9 g/dl (a última dosagem quatro semanas antes era de 14.9 g/dl). Provas de função hepática sem alterações. Foi tratado inicialmente com hidratação venosa vigorosa, hemotransfusão e inibidor de bomba de prótons intravenoso. Após estabilização hemodinâmica foi submetido à endoscopia digestiva alta que evidenciou saída de sangue pela ampola de Vater. Pergunta-se: qual o diagnóstico mais provável ?
Qual das seguintes estratégias comprovadamente reduz a duração do íleo paralítico pós-operatório?
Paciente masculino, 35 anos, dá entrada no setor de urgência inconsciente, após queda de motocicleta no momento em que não utilizava capacete. Em relação aos traumatismos crânio-encefálicos, podemos afirmar que:
Compartilhar