Questões na prática

Clínica Médica

Hepatologia

Mulher de 36 anos apresenta-se com quadro de ascite há 2 semanas. A punção revelou um GASA (gradiente de albumina soro-ascite) de 1,3mg/dL. É mais provável tratar-se de:

A
ascite pancreática.
B
peritonite tuberculosa.
C
cirrose hepática.
D
síndrome nefrótica.
E
carcinomatose peritoneal.
Seguindo as diretrizes da American Heart Assotiation (Circulation 2005; 112: III-25), pode-se afirmar que um profissional médico, ao prestar atendimento para uma vítima possivelmente em parada cardiorrespiratória (PCR), deve:
Tipo de carcinoma basocelular mais propenso a dar metástases linfonodais:
Um paciente de 75 anos de idade tabagista de 50 maços por ano informa apresentar tosse matinal desde os 50 anos de idade. Passados 10 anos, começou a sentir a associação de dispneia aos esforços moderados e gripes frequentes. Tais sintomas intensificaram-se em uma frequência de pelos menos 4 meses ao longo do ano. Resolveu-se buscar assistência médica a partir do momento em que notou grande dificuldade para barbear-se e tomar banho sozinho. O exame físico revelou redução global do murmúrio vesicular. A radiografia de tórax mostrou retificação da cúpula diafragmática. Com a realização da espirometria, identificou-se capacidade vital forçada (CVF) a 60% do previsto, com VEFL a 30% do previsto e índice de Tiffenau com valor de 50% sem resposta ao uso do broncodilatador. Com referência ao quadro clínico acima, julgue o item que se segue. O grau de comprometimento da doença pode ser classificado como moderado, pois ainda não há evidências de cor pulmonale nem a necessidade do uso do oxigênio suplementar.
No item a seguir, é apresentado um caso clínico hipotético relativo às doenças do recém-nascido e do lactente, seguido de uma assertiva a ser julgada. Um paciente de 1 mês de vida apresenta tosse, frequência respiratória de 64 incursões por minuto, tiragem subcostal e febre. Nesse caso, o quadro clínico é compatível com pneumonia e, por ser de origem comunitária, o tratamento pode ser realizado no ambulatório, devendo a criança ser reavaliada nas primeiras 48 horas de antibioticoterapia.
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